Se EU fosse FUNCIONÁRIA PÚBLICA
Como servidora, não importa em qual das esferas do poder (federal, estadual ou municipal), procuraria dar o exemplo de mudança na postura do funcionalismo público: a estabilidade profissional conquistada, uma vez que se passa em um processo seletivo, não deveria gerar nesse profissional a falta de vontade de prestar serviços de qualidade.
Hoje, o que vemos, é a perda do foco: o emprego não deveria ser o foco e sim o atendimento, a agilidade. Com esse exemplo, procuraria, além da reflexão, influenciar o setor para que haja uma reavaliação dos valores. O funcionalismo público presta o serviço sim, mas não foge da burocracia.
Seja numa farmácia pública ou num posto de atendimento, com a mudança de postura, tentaria, no que se refere a meu trabalho e ao convívio diário, pôr fim a esses enclaves ditados pela máquina pública: optando-se por outras saídas, pois sabe-se da lentidão do sistema.
Fato é que existe uma sobrecarga, mas ser simpático, deixar de lado a postura comodista e cobrar das autoridades, defendendo os mesmos interesses da sociedade, seriam posturas que adotaria. Assim, quem sabe, teríamos, de fato, num futuro próximo, direitos usufruídos por todos.





