Minha ação principal seria pensar em alunos emocionalmente preparados para a vida: fugiria apenas da lógica de resultados, do conteúdo sistemático. Caso fosse diretora de um colégio, daria atenção ao vestibular sim, mas esse não seria meu único foco, ressalte-se aqui.
Uma coisa que constato é que muitas escolas se esquecem de exercitar o lado direito do cérebro dessas crianças e adolescentes. Hoje, o que vemos, é o hemisfério esquerdo em plena atividade, absorvendo conhecimentos de matemática e inglês.
Contudo, no que se refere ao lado direito, ou seja, noções de música, poesia e arte, há um completo esquecimento, esse lado é preterido. E é através desse exercício que conseguimos desenvolver a sensibilidade, uma vez que a criatividade está a serviço de resolver os grandes problemas da vida. Trabalharia forte nesse sentido.
Com isso, poria fim à vulnerabilidade dessas crianças, uma vez que, com um trabalho focado a outras atividades extracurriculares, ou de aperfeiçoamento, como no caso do inglês, teríamos um quadro de resultados.

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