Os males que as fezes das pombas provocam podem ser vistos todas as manhãs, nas fachadas e calçadas, e até mesmo nos carros pela cidade afora. Em relação a este problema, a primeira atitude que tomaria, se fosse diretora de limpeza pública da CMTU, seria promover uma campanha de conscientização.
Acredito que a falta de informação atrapalha o trabalho que deve ser feito pela CMTU para evitar a reprodução descontrolada desses animais. Muitos têm idéia das doenças que as pombas podem trazer à sociedade, mas a grande maioria não sabe da gravidade dessas doenças e que elas podem ser facilmente disseminadas pela poeira das fezes secas.
Apesar dos males à saúde e de todos os outros prejuízos que causam à cidade, ainda existem pessoas que por não terem consciência da gravidade do problema, alimentam esses animais, que parecem ser tão inofensivos. Os mais prejudicados são, com certeza, os varredores de rua, expostos ao cheiro das fezes desses animais.
Não sou a favor de adotar medidas drásticas, como multas, por exemplo. Primeiro é necessário informar as pessoas sobre os riscos que elas correm ao ter contato com as pombas e assim parar de alimentá-las. Essa medida, sem dúvida, seria a mais econômica e eficaz.

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