Apoiaria aquilo que considero essencial: a educação. Desenvolveria projetos, a fim de despertar a responsabilidade das empresas sobre o assunto. Pensar no hoje e agir para o futuro seria a certeza de não nos depararmos com uma sociedade desestruturada, como nos dias atuais.

Acredito que a boa educação não vem do dinheiro, das posses de uma pessoa. É uma questão de família, de base. Com projetos voltados às ONGs, às empresas, às escolas e às famílias, poderíamos, sim, formar melhores cidadãos.

No que se refere às escolas, por exemplo, minha sugestão seria um maior envolvimento do Estado. A intenção seria ensinar, desde pequeno, noções básicas de muitos temas que, na fase adulta, não têm a devida compreensão porque não foram passados. Incluiria, aí, explicar às crianças a Constituição Federal e o Código de Defesa do Consumidor.

Em relação ao Código Penal, proporia emendas para suprir a carência de tópicos relativos a temas atuais. A internet, por exemplo, com todas suas benesses, converteu-se, também, em território sem lei. O Direito Virtual está melhorando, mas há muito a ser feito.

Essas emendas, ao menos, supririam as necessidades do momento, uma vez que a mudança do Código Penal levaria anos e demandaria rodadas e rodadas de conversação.

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