Se EU fosse a PRESIDENTE
Contemplaria a educação, em especial voltada ao menor de idade. Se analisarmos os noticiários, muito se fala no menor que comete crimes e não é punido, há essa queixa. Diante da grande polêmica, procuraria analisar a situação a partir do posto que ocupo.
Como presidente, abriria portas para a educação ao menor infrator, concedendo vagas nas escolas e, por antecipação, pondo fim à atual exclusão. O princípio da inclusão valeria, também, para o atendimento médico.
Com mecanismos e ferramentas de incentivo, meu objetivo seria pôr fim à figura dos traficantes e receptadores, que comumente corrompem as crianças oferecendo o tênis bom, a roupa boa, a vida perfeita, no típico ''o crime compensa''.
Criaria escolas, centros e espaços sócio-educativos em cada munícipio. Nesses centros, as crianças aprenderiam uma profissão e desenvolveriam o conhecimento, com plano de saúde, assistência odontológica e médica. Esses espaços funcionariam como medida anterior ao crime, antecipando a formação desses jovens e permitindo a criação de valores.





