Tentaria, nesses quatro anos, dar ênfase, em primeiro lugar, à educação voltada às crianças e jovens.
A intenção seria inserir, dentro da rede de ensino, mecanismos e programas que democratizassem o aprendizado das matérias, sem fazer distinções: com alunos bem preparados, evitaríamos as situações vergonhosas atualmente vivenciadas por nosso presidente, que administra um país com quase 13% da população analfabeta, como mostraram dados recentes do IBGE.
Tornaria obrigatório o aprendizado de conhecimentos básicos, com cartilhas de ensino repletas de informações históricas. Nesse sentido, trabalharíamos a fim de extinguir o analfabetismo e, em especial, as diferenças: não é admissível um país ter índice de alfabetização de 96% em Santa Catarina e de apenas 70% em Alagoas.
Finalmente, investiria no melhoramento efetivo das estradas brasileiras: destinaria uma parcela dos valores arrecadados pelo governo para um diagnóstico e posterior melhoramento dos asfaltos de todas as regiões, com atenção especial àquelas que servem de caminho para o escoamento da produção.

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