Se EU fosse a GOVERNADORA
Teria muita preocupação com as questões culturais do Estado. Trataria a cultura com mais zelo e seriedade. Procuraria incentivar o setor em sua essência, apoiando e dirigindo recursos para aproveitar o potencial de cada uma das cidades em suas próprias manifestações.
No caso específico de Londrina, por exemplo, teria muito respeito e admiração pelo Festival de Teatro (Filo). Um evento que transcende as barreiras do Paraná, conhecido e elogiado no Brasil e em vários países do mundo.
Nosso festival internacional, que já teve a participação de companhias respeitadas no mundo inteiro, que já levou milhares de pessoas aos teatros, praças, ruas e empresas, hoje sofre com a falta de apoio e reconhecimento do Governo estadual.
Nosso festival, que ao mesmo tempo é considerado um dos mais importantes do país, é ignorado por nossos políticos e só sobrevive graças à bravura e determinação daqueles londrinenses que o organizam.
A cultura de um povo dimensiona o tamanho da sua educação. Um estado sem cultura é um estado sem educação, ponto de partida de uma vida digna de sua gente. Triste pensar num estado sem educação.





