Colocaria o dedo em uma ferida chamada Saúde Pública do Brasil. Que sangra inflamada e arruinada. Ao que parece o povo tem menos fome, mas sente dor, está doente. Nos postos de saúde e hospitais da rede pública faltam profissionais. Os poucos que existem trabalham à exaustão.
A CPMF foi mantida para garantir quase R$ 40 bilhões à União no próximo ano, enquanto o déficit anual da Saúde Pública fica em 1/4 disso. E pensar que este imposto provisório que virou definitivo foi criado exatamente para contemplar a saúde.
Priorizaria recursos e fiscalizaria estes recursos não atrás de uma mesa e sim na origem e no destino das verbas. Capacitaria e aumentaria o número de profissionais. Cuidaria para que os planos de saúde não fossem abusivos, mas também zelaria pela existência destes planos. Já imaginaram se eles quebrassem? Hoje, 40 milhões de pessoas dependem de planos de saúde no Brasil.

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