Salvaguardas para as pessoas deficientes e idosas de Londrina
Cartas publicadas em 06 de junho de 2026
Ideias inéditas e necessárias para promover maior segurança nos cruzamentos de ruas, avenidas e calçadas, a saber: calçadas livres de obstáculos. É preciso deixar um caminho livre para os pedestres, onde a calçada assuma o conceito de passeio como "caminho livre".
Exigir, na aprovação de projetos na Prefeitura, que o proprietário do terreno deixe um nicho (espaço) no recuo da edificação para colocar os lixos orgânicos e recicláveis, e que fique proibida a instalação de lixeiras nas calçadas.
Outra ideia é criar esquinas verdes e até desenvolver um projeto piloto nas avenidas. As esquinas verdes consistem em criar uma faixa de grama na curva das esquinas, entre os pontos de curva, direcionando os pedestres a passarem pelas faixas de pedestres para atravessarem as ruas com a devida segurança.
O verde acaba quebrando a aridez do asfalto e do concreto das calçadas e promove um visual agradável ao longo das vias. Por ser um local nobre, a iniciativa privada poderia cuidar da manutenção em troca da instalação de pequenas placas de propaganda.
Plantar grama nas áreas verdes para acabar com o mato, que cresce mais do que a própria grama.
Numa cidade onde o trânsito é pesado e faltam salvaguardas para o pedestre, nós, técnicos, temos que pensar à frente e propor soluções.
Virgílio Moreira – Engenheiro Civil
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Pedágio
Fazendo o trecho entre Londrina e Cornélio Procópio, o que faço com alguma frequência, isso me leva a pensar sobre o retorno do pedágio na praça de Jataizinho, cuja tarifa de R$ 17,10 não entendo. Por que a diferença em relação às outras praças, cujas tarifas giram em torno de R$ 10,00? Mas o que vejo também são poucas melhorias.
Um pequeno recapeamento em alguns trechos, além da implantação da cobrança eletrônica, que, sem dúvida, favoreceu muito as concessionárias.
O que me chama a atenção é a cobrança desse elevado valor, com pouquíssimos investimentos. Nem imagino quantos veículos passam por aquela praça!
Uma verdadeira mina de ouro. Um negócio das Arábias.
Esperamos que os investimentos futuros sejam grandiosos e beneficiem a população. Ao contrário, seremos enganados novamente.
Espero também que haja um cálculo coerente sobre esses valores, além de uma fiscalização das melhorias contratadas.
Será que as instâncias cabíveis e nossos políticos estão acompanhando?
José Cezar Vidotti – Londrina
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BRICS não é brincadeira
Os países investiram em armamentos caros por anos, e as grandes potências investiram bilhões em armamentos nucleares. O Brasil não investiu o suficiente, e as guerras das quais participou foram travadas com canhões e balas, nunca estando pronto para guerras ou agressões de países com tradição bélica, como o xerife do mundo, os Estados Unidos de Trump, um desequilibrado.
Agora que os EUA unilateralmente resolveram criar meios para até invadir nosso Brasil, está mais do que na hora de instalar uma base nuclear do BRICS que, igualmente à OTAN, serviria para impor respeito, porque Trump sabe onde mexe. Não é agressão, é prevenção, porque os EUA não estão interessados na segurança dos brasileiros; estão interessados em nossas terras raras e em nossas riquezas. Basta ver a Venezuela, cujo povo ele chamou de "gente feia", e da qual só quer o petróleo.
Xi Jinping já avisou que o Brasil é soberano. Trump deu a famosa arregada, mas uma base nuclear com China e Rússia no Maranhão serviria como um gato que, quando o rato se aproximasse, faria com que ele sentisse o cheiro do perigo e fugisse.
No BRICS, mexeu com um, mexeu com todos. Infelizmente, a linguagem que o ignorante entende é a pancada.
Trump é doidão, mas nunca colocou o nariz contra a China e a Rússia. Quando, em 1962, os EUA ameaçaram invadir Cuba e a URSS avisou que lançaria 400 ogivas nucleares em território americano, acabou a valentia.
Quem tem um tem medo.
Manoel José Rodrigues - Assistente Administrativo – Alvorada do Sul (PR)


Patrícia Maria Alves
Editor e Gerente de Produtos Digitais


