A corrida eleitoral chegou na reta final. Ao todo, eleitores de 50 municípios brasileiros voltarão às urnas neste domingo para eleger o novo prefeito. No Paraná, cinco municípios terão segundo turno: Londrina, Curitiba, Maringá, Cascavel, Foz do Iguaçu e Ponta Grossa. A votação biométrica ocorrerá em três cidades: Curitiba, Porto Velho (RO) e Jundiaí (SP), mas a previsão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é que até 2018 todos os eleitores brasileiros possam votar após serem identificados pelas impressões digitais.
Segundo o TSE, a biometria aumenta a segurança das eleições porque diminui o risco de fraude na identificação do eleitor. O objetivo é excluir a possibilidade de uma pessoa votar por outra. Ao todo, mais de 1,7 milhão de pessoas votaram pelo sistema biométrico nas eleições realizadas no último dia 7, enquanto mais de 7,5 milhões fizeram o recadastramento no País. Em Londrina, a Justiça Eleitoral recolherá as impressões digitais dos eleitores a partir de março do próximo ano. Todo sistema que aumenta a segurança é positivo porque fortalece o processo eleitoral.
No entanto, se à Justiça cabe garantir a transparência das eleições, aos eleitores é dever votar pelo bem comum. Abdicar de favores e ganhos pessoais e escolher o candidato que apresentar a melhor proposta de governo são atitudes que devem ser tomadas. Antes de definir o voto é importante também que o eleitor conheça a vida pregressa do candidato, habilidades, características e valores pessoais. O conjunto de todos esses fatores pode indicar alguma tendência de governo.
É importante acrescentar que ''voto útil'' e ''voto de protesto'' não são escolhas viáveis. A definição por um candidato ou outro deve ser feita conforme a consciência de cada eleitor. Embora o voto seja uma obrigação, uma vez que é obrigatório para pessoas alfabetizadas com idade entre 18 e 70 anos, é ele quem ajuda a definir o futuro de um município.

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