Todos os anos, milhões de brasileiros aguardam com expectativa o calendário de restituição do Imposto de Renda. Para muitos contribuintes, trata-se da devolução de valores pagos a mais ao longo do ano. Mas para as cidades, a restituição representa uma injeção de recursos capaz de movimentar a economia local, estimular o consumo, fortalecer empresas e gerar oportunidades.

Uma dessas oportunidades acontecerá na próxima terça-feira (30), quando R$ 121 milhões serão depositados nas contas bancárias de mais de 86 mil contribuintes londrinenses incluídos no segundo lote de restituição do IRPF 2026 (Imposto de Renda Pessoa Física).

A consulta foi aberta às 9 horas de terça-feira (23). Trata-se do maior lote em número de beneficiados da história. No Paraná, serão contemplados 635 mil cidadãos aos quais serão pagos mais de R$ 896 milhões e, no país, os valores a serem creditados nas contas de 9,5 milhões de contribuintes somam R$ 16 bilhões.

Neste segundo lote, Londrina é o quarto município paranaense em número de restituições e também em valores, com 86.366 contribuintes beneficiados, totalizando R$ 121 milhões. O maior volume se concentra na capital, onde 261.505 curitibanos irão receber R$ 418 milhões; seguida de Cascavel, que contabiliza 115.777 restituições, somando R$ 145 milhões; e de Maringá, com 94.556 contribuintes a quem deverá ser creditado um total de R$ 123 milhões.

Em 2026, a Receita Federal reduziu o calendário de restituições a apenas quatro lotes. O primeiro foi realizado em 29 de maio e os próximos pagamentos estão programados para 31 de julho e 28 de agosto.

Quando os lotes de restituição são liberados, o dinheiro rapidamente começa a circular. Parte dos contribuintes utiliza os recursos para quitar dívidas, reduzindo a inadimplência e ajudando a recuperar a saúde financeira das famílias. Outra parte aproveita para realizar compras adiadas, fazer pequenas reformas na casa, trocar eletrodomésticos ou contratar serviços.

Em todos esses casos, o resultado é o mesmo: comércio, indústria e serviços sentem os reflexos positivos dessa movimentação.

Em cidades de porte médio, como Londrina, o impacto costuma ser perceptível e o comércio e empresas de serviços locais agradecem. Estamos falando de um recurso que pertence ao contribuinte e que volta para suas mãos, fortalecendo a atividade econômica de forma natural com cada cidadão decidindo como utilizar o valor recebido.

Quando o contribuinte recebe a restituição do Imposto de Renda, toda a comunidade tem chance de ganhar junto.

Obrigado por ler a FOLHA!

mockup