Em atenção ao questionamento do leitor José Roberto Brunassi, publicado ontem na coluna Opinião do Leitor desta Folha de Londrina, a Sercomtel esclarece que o edital de leilão de desestatização não se trata da venda da Sercomtel. O leilão tem como finalidade a cessão do direito de preferência para realização de aporte na companhia. O recurso financeiro decorrente do leilão ingressará no caixa da empresa. Os proprietários de linhas telefônicas que fazem jus às ações ou que já são acionistas podem ficar tranquilos, pois com a privatização e retomada da companhia, a tendência é justamente a valorização dessas ações. A Sercomtel ainda manterá a custódia daquelas ações em que ainda recai discussão judicial, mesmo que o município deixe de ser o acionista controlador. Sobre a menção ao Ministério Público, vale informar que a promotoria de Londrina já tem acompanhado de perto toda documentação relativa à desestatização da Sercomtel.

CLÁUDIO TEDESCHI (presidente da Sercomtel) - Londrina

Querem descobrir o poluidor?

Para que se mantenha com fluxo contínuo sobre nossas praias, há só uma possibilidade: o conteúdo está no fundo do mar, pode ter sido jogado em volumes enormes e fraturados na sua embalagem, e constantemente adentrar pelas águas marinhas e propositalmente sujar nosso litoral e nossa soberania. Poderia idem ser um velho submarino ou navio que tenha sido afundado e com aberturas, para só parar no fim do conteúdo criminoso? Temos algum submarino disponível para fazer essa sondagem inclusive autorização internacional, para adentrarmos além dos limites de nossa fronteira e detectar os bandidos? Essa fonte só será interrompida quando acabar o seu conteúdo. Temos respaldo internacional jurídico para que adentremos além dos nossos limites marítimos? Façam isso e encontrarão os bandidos e a fonte. Observação: Que tal 1 bilhão de dólares a se exigir dos que nos contaminaram?

LUIZ EDGARD BUENO (escritor) - Londrina

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