Representatividade política e concursados
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terça-feira, 16 de outubro de 2018
Representatividade política
É inaceitável que o candidato Delegado Francischini tenha tido quase 30.000 votos em Londrina, sem ter feito qualquer trabalho em nossa cidade. O eleitor tem que fortalecer a representatividade política da sua cidade e região. O deputado Francischini terá compromissos e preocupação com os eleitores da sua base, que é Curitiba, e jamais com Londrina. Não satisfeitos, os eleitores londrinenses deixaram de votar em candidatos para deputado estadual e federal com muito mais condições de nos representar na Assembleia Legislativa do Paraná e na Câmara Federal para votar nos despreparados Bocas Abertas (pai e filho). Importante ressaltar que não tenho nada contra os dois, visto que utilizei este espaço democrático para criticar os critérios adotados pela Câmara Municipal de Londrina na cassação do Boca Aberta e na não cassação do Mario Takahashi e Rony Alves.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina
Concursados
Não acredito na sinceridade da maioria dos políticos profissionais. Quando fiz o concurso para promotor de Justiça, apesar de ter estudado em uma das melhores faculdades do País, tive que estudar cinco meses consecutivos, das seis horas da manhã até as dez horas da noite. Vi colegas de vestibular da faculdade de medicina amanhecerem estudando, durante anos a fio, para passarem naquele vestibular. Mais tarde, já formados, médicos de renome salvando muitas vidas, como aqui em Londrina, fazendo medicina por excelência. O mesmo aconteceu com os engenheiros, psicólogos, fonoaudiólogos e demais profissões. Esses profissionais, altamente preparados, se qualificaram melhor, indo fazer cursos no exterior, mestrados e doutorados, em ótimas faculdades, para depois tentar concurso público. Fiquei estarrecido e mortificado ao ver o programa Mais Médicos, quando trouxeram, de outro país, profissionais quase sempre desqualificados e até enfermeiros para substituir profissionais brasileiros. A mesma coisa estamos assistindo quando "nomeiam" os tais "comissionados" para exercerem cargos nas capitais, onde nem aparecem, e que ganham três ou quatro vezes mais do que concursados. Isso precisa acabar.
SERVIO BORGES DA SILVA (advogado) - Londrina
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