A pesquisa do Ibope sobre a aceitação dos transgênicos ouviu 2 mil pessoas. Setenta e quatro porcento delas disseram que preferem consumir alimentos não transgênicos. O consumidor da Região Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) é o que tem a maior rejeição pelos organismos geneticamente modificados. O índice, de 79%, é maior que a média nacional.
A rejeição também é maior entre os consumidores mais abastados. Na classe A, 85% dos consumidores preferem os não transgênicos, enquanto nas classes D e E a rejeição cai para 68%.
De todas as pessoas ouvidas, 31% disseram que sabiam o que era um produto geneticamente modificado. Desse universo, 84% preferiam consumir os não transgênicos. (D.A.)

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