Regina Duarte
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 05 de fevereiro de 2020
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É o cúmulo que a atriz Regina Duarte queira ocupar um cargo no governo federal. Uma senhora que recebe cerca de 6 mil reais de pensão militar. Que tenha problemas no próprio governo na questão da Lei Rouanet. E que se auto intitulando defensora da cultura nacional, aceita ser coordenadora nacional de um Ministério que foi rebaixado e desqualificado pelo próprio presidente, de quem ela afirma ser fã, a uma mera Secretaria. Será que ela realmente quer ocupar um cargo no governo para trabalhar pela cultura, ou para provocar desconforto em uma legião de críticos que ela própria criou a longo das últimas eleições contra a esquerda, o socialismo e os governos do Partido dos Trabalhadores? Se for pela última hipótese, com certeza ela vai se arrepender por ter entrado nesta furada.
Célio Borba (autônomo) - Curitiba
Problema real e insolúvel
Muito se fala e nada se fez até o momento e, pelo que se deduz, nada se fará a respeito da tão sonhada reforma tributária. Cuja mudança tem por alvo a redução de impostos, já que a pesa carga de tributos existentes, provoca sufoco na população por inteiro que afinal é quem " banca tudo ", sem praticamente receber nada em troca. É doloroso e lamentável sob todas as óticas, saber que é aviltante o número de obras paradas tornando-se "elefantes brancos" por todas as partes do País, por falta de recursos, sem falar no caos total que impera fulminante na saúde, segurança e educação pública, daí por diante. É preciso fugir da falácia "meter o dedo na ferida" e ser realista, em dizer que é necessária e impostergável uma reforma política como por exemplo: sistema unicameral do parlamento e redução do excessivo número de deputados, a par de seus volumosos privilégios suportados pela imensa carga tributária em vigor. Para dizer o mínimo, basta citar dois casos: “o deputado José Guimarães (PT CE) durante as férias gastou nada menos de R$ 2,4 mil do chamado " cotão" de verbas públicas usadas pelos deputados, seguido pelo Deputado Aécio Neves (PSDB-MG), que em 2020 já gastou R$ 1.558,05 só com sedex, sem falar nos demais 511 deputados que usufruem da indigitada e tantas outras benesses.
Antonio Francisco da Silva (advogado) – Ibiporã
Feliz Natal
Diante do desespero de milhões de jovens, pais e mães de famílias desempregados, muitos passando necessidades básicas, o governo quer contratar militares da reserva para trabalhar temporariamente na Previdência Social. Os civis são cidadãos de segunda classe ou será que só militares pagam impostos no Brasil? Privilégios para qualquer classe de um país é uma excrecência. Se o contrato é temporário, porque não fazer um concurso somente com pessoas que estejam desempregadas há mais de um ano e que tenham o segundo grau completo? Afinal serão treinados. Seria uma esperança de luz no fim do túnel da escuridão da exclusão do desemprego. Suas excelências não sabem o que é procurar um emprego e voltar com vários "nãos", afinal tem empregos bons. O Brasil precisa ser um país de justiça social. O Brasil deveria se chamar Feliz Natal, porque o ano inteiro é uma presepada atrás da outra.
Manoel José Rodrigues (assistente administrativo) - Alvorada do Sul


