Se pudesse implementar algo em âmbito local que servisse de exemplo, certamente incentivaria a leitura. Em primeiro lugar, lutaria pela redução no preço das obras, com valores mais acessíveis às famílias pobres.
Manteria bibliotecas boas e abastecidas nas escolas. Outro fator a ser revisado é o processo de leitura, que deveria ser mais crítico, não apenas para as pessoas lerem quase obrigadas.
Nesse sentido, a obrigatoriedade viria de uma ''fome'' da criança e do jovem pelo saber. Cabe à escola, também, promover tal processo e fazer um levantamento dos resultados.
Será um êxito, com 100% de adesão? Provavelmente não, mas muito mais gente com certeza vai ler e consumir informações. A forma de se acalmar crianças endiabradas e líderes de balbúrdia passa pela leitura. Quem não lê não sabe, não tem poder de argumentação.

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