Recuperação judicial Com a ajuda dos médicos do espaço
Recuperação judicial
Carolina Pereira Tomé Wichoski
Devido à caótica situação econômica brasileira, passamos por um período prolongado de recessão, por consequência, há um índice de inadimplência crescente, redução no faturamento, alto endividamento, tais aspectos acarretam o aumento desregrado do passivo da sociedade, levando muitas vezes a inviabilidade de superação financeira da empresa. De acordo com os dados do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), o número de pedidos de recuperação judicial registrou aumento de 44,8% no ano de 2016. O instituto da recuperação judicial tem sido utilizado com objetivo de saneamento da crise financeira, preservação da atividade econômica e dos postos de trabalho, bem como atender aos interesses dos credores. Entretanto, apenas 1% das empresas que pediram recuperação judicial no Brasil saíram do processo recuperadas. Desde que a lei foi criada, cerca de 4 mil companhias pediram recuperação judicial, mas só 45 voltaram a operar como empresas regulares. Para tanto, quando o aparato estatal é utilizado para garantir a permanência de empresas inviáveis, o risco da atividade empresarial transfere-se do empresário à população, uma vez que aquela não cumpre mais sua função social. Para conseguir distinguir uma crise meramente circunstancial de uma crise estrutural que inviabiliza a capacidade de superação da empresa, é necessário analisar as estruturas de livre mercado e principalmente alterar as técnicas de gestão. Tendo em vista que a recuperação judicial não pode significar a substituição da iniciativa privada pelo juiz na busca de soluções para crise da empresa, uma técnica utilizada nos Estados Unidos e defendida por Paulo F.C. Salles de Toledo, chamada "law as Market mimicker", faz uma análise econômica do Direito, proferindo que o mercado é mais eficiente do que os tribunais, desta forma, sugere que o Direito deveria simplesmente regulamentar um procedimento extrajudicial de cessação de pagamentos, renegociando dívidas, mas também buscando mecanismos que tornem a empresa viável economicamente, sobretudo, destacando que o custo-benefício da recuperação e reorganização do negócio não pode se eternizar e desestimular a superação da crise da empresa.
CAROLINA PEREIRA TOMÉ WICHOSKI é advogada em Curitiba
Com a ajuda dos médicos do espaço
Walmor Maccarini
Todos nascemos com uma missão ou um propósito, quando menos o de resgatar débitos cármicos de vivências anteriores - do que muitos às vezes se desviam. E uma missão de grande responsabilidade é a dos cirurgiões, como os que tratam do coração, que é o órgão central da circulação sanguínea. Sem exclusão dos demais.
Recentemente, este jornal publicou reportagem sobre o cirurgião cardíaco londrinense Francisco Gregori, que figura no catálogo mundial dos proeminentes do setor. Ele (com sua equipe) fez proezas nesse campo, em seus 35 mil procedimentos cirúrgicos - alguns com particularidades interessantes e inusitadas, conforme relatos conhecidos. Um ponto que me chamou a atenção foi a declaração dele de que sempre teve "muita sorte". Eu diria habilidade, dedicação, resultantes também de muito estudo, e sintonia com as fontes divinas de cura. Porque quando estamos sintonizados, o Universo conspira a nosso favor.
Como ele destaca, é certo que conta "com a ajuda de Deus". No caso, a ajuda se opera por via dos agentes do extrafísico, de que se vale o Mentor Supremo e que são os denominados médicos do espaço, ex-colegas profissionais de passadas convivências e idênticas especialidades, que estão muito presentes nos centros cirúrgicos, nos hospitais, nas clínicas e outros lugares de curas, incluindo as mediúnicas. Eles são visíveis, embora por poucos, mas o suficiente para tal comprovação, e trazem inclusive equipamentos sofisticados, como tomógrafos de alta precisão. Muitos não acreditam nisto, mas a descrença não elimina a realidade.
A participação dos coirmãos dos planos mais elevados acontece em muitas atividades e modalidades de atendimento e de serviços. Eles nos auxiliam e nos transmitem sugestões quando em tarefas e momentos de complexidade, bastando que estejamos conectados. A ajuda de Deus, em que acreditamos e pela qual frequentemente rogamos, se processa de diferentes formas, inclusive essas. "Fui ateu e voltei para Deus" - revela Gregori. Essa reconexão muda paradigmas e sugere que não há ateus - embora muitos assim se declarem - e sim pessoas certamente avessas a igrejas e descrentes que ainda não passaram pela experiência de uma revelação.
WALMOR MACCARINI é jornalista em Londrina
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