A criação de mais um imposto para o contribuinte brasileiro é totalmente desnecessária e inconcebível, uma vez que a grande maioria paga impostos desconhecendo a sua destinação, não usufruindo a arrecadação.
Acho que, neste momento, o ideal é o governo racionalizar seus custos - o Estado vem gastando muito, e, a meu ver, gasta mal - em vez de propor a recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira. A população não sentiu a diferença da queda da CPMF.
Se eu tivesse o poder de voto, me posicionaria contrariamente à criação de mais um imposto. Por outro lado, sou favorável à elevação da tributação sobre as indústrias do fumo e do álcool, já que a Câmara precisa encontrar fontes que garantam a vinculação de recursos para a saúde - o que ocorreria por meio da CPMF. Nada mais sensato elevar os impostos que incidem sobre produtos que prejudicam a saúde.

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