Pedágio
Justiça determina que praça de pedágio seja desativada em Jacarezinho. Muito bem, a empresa Triunfo/Econorte, cumpridora de suas obrigações e da determinação judicial, acata pedido, fecha a praça de Jacarezinho e reabre outra praça - que estava desativada - em Cambará. O que é isso? Do que adiantou o fechamento de uma praça e abertura de outra bem próxima? Quem manda? A Justiça ou a Econorte? Sacanagem. Com a palavra as autoridades competentes!
Antônio Carlos Pescador (autônomo) - Londrina



Reverso da normalidade
É de estarrecer o chamado "trem da alegria" desfrutado pelo (des) governo do Estado de Minas Gerais. O atual governo extrapola todos os limites na farra com o dinheiro público. Segundo a mídia, Pimentel em sua residência palaciana ostenta cerca de 30 seguranças, mais 35 empregados a sua disposição, sem contar uma espécie de "força aérea" para exibir sua pompa. Isso é possível? Sim! No Brasil é. Não longe disso, o ex-presidente Lula (preso), apenas no ano de 2017, custou ao contribuinte brasileiro mais de um milhão de reais. Há toda uma gama de poder em prol da minoria, com alto preço suportado pela sociedade que paga o preço. Com vida nabalesca está à classe política em todos os níveis, ou seja, da vereança do Executivo (Planalto), passando pelo Congresso Nacional. Tantas são as benesses, chegando ao cúmulo de transparecer serem extraterrestres vivendo em outra galáxia.
Antonio Francisco da Silva (advogado) - Ibiporã

A regra é clara
Depois de 54 anos dedicados ao esporte - 25 como árbitro e 29 como comentarista de futebol - Analdo Cezar Coelho anunciou que sai de cena. Tem no currículo o orgulho de ter apitado o final da Copa do Mundo de 1982, na Espanha, com elegância, maestria, ética e honestidade, encerrando ali sua carreira de árbitro nos campos de futebol. Como comentarista criou a máxima "a regra é clara", falando das leis da Fifa, mas que se aplica aos tempos difíceis que vivemos no Brasil, principalmente com relação aos maus governantes, que enterraram o País no mensalão, petrolão, quadrilhão e por aí vai. A regra é clara, está escrita na Constituição. Temos que cumpri-la e com isso, evitamos a corrupção. Ao se despedir falou também da importância da disciplina, porque sem ela não chegamos a lugar algum. Merece nossas homenagens esse brasileiro que deu sempre o melhor de si em favor do esporte e na vida.
José Pedro Naisser (esportista) - Curitiba

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