Programas em Londrina tentam evitar que crianças trabalhem
A Prefeitura de Londrina dispõe de dois tipos de bolsa para tirar crianças e adolescentes da condição de trabalhadores infantis. Um deles é o projeto de educação profissionalizante que atinge 453 adolescentes na faixa de 14 a 18 anos. Parte deles recebe uma bolsa federal recursos do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) no valor de R$ 40,00 (zona urbana) e R$ 25,00 (zona rural) e parte é vinculada à bolsa-auxílio, com verba municipal no valor de R$ 50,00.
O município possui ainda oficinas pedagógicas que atendem 85 adolescentes, desenvolvendo aptidões através do processo educativo para o trabalho. Também financia instituições que atuam com crianças e adolescentes.
Segundo informação da Secretaria Municipal de Assistência Social, um total de 4 mil crianças e adolescentes são atendidos, sendo 1.500 em programas de educação profissional e 2.500 em ações denominadas apoio sócio-educativo.
Questionada sobre a demanda, a secretária Maria Luiza Amaral Rizotti admite que nem todas as crianças são atendidas mas lembrou que houve um aumento nas ações municipais de 2001 para 2002. ''Tanto em recursos para as bolsas quanto em vagas nas unidades que dão atendimento'', disse.
A secretária anunciou para o segundo semestre a implantação de um serviço de educação profissional no distrito de Paiquerê, através de parceria com o governo do Estado, Guarda Mirim e Epesmel.®MD77¯(LM) ®MDNM¯ ®MDNM¯





