Os bra­si­lei­ros es­tão ca­da vez ­mais vai­do­sos. E, co­mo nun­ca, lan­çam mão dos re­cur­sos que a me­di­ci­na tem a ofe­re­cer. Exem­plo dis­so é a uti­li­za­ção do bo­tox. Ape­nas ­atrás dos Es­ta­dos Uni­dos, o Bra­sil é o se­gun­do ­maior em nú­me­ro de apli­ca­ções da to­xi­na bo­tu­lí­ni­ca.
  O mé­to­do não ne­ces­si­ta de anes­te­sia nem de in­ter­na­ção, o que fa­ci­li­ta sua apli­ca­ção em clí­ni­cas e con­sul­tó­rios. Por­tan­to, é im­por­tan­te sa­ber es­co­lher o mé­di­co que se­ja ap­to na téc­ni­ca, in­clu­si­ve nas ques­tões en­vol­ven­do o trans­por­te, o ar­ma­ze­na­men­to e a di­lui­ção. Co­mo a to­xi­na é mui­to ins­tá­vel, se não hou­ver cui­da­do, a sim­ples co­lo­ca­ção na se­rin­ga po­de in­va­li­dar o pro­du­to.
  A es­co­lha de um bom pro­fis­sio­nal tam­bém é es­sen­cial pa­ra o êxi­to do tra­ta­men­to. Pa­ra se li­vrar das ru­gas, mas não das ex­pres­sões, a di­ca é evi­tar os abu­sos. O uso exa­ge­ra­do e a apli­ca­ção in­cor­re­ta tra­zem co­mo con­se­qüên­cia se­qüe­las na­da na­tu­rais.

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