Posição desperta interesse de políticos
Curitiba Os vices só serão oficializados nas convenções dos partidos que, pela legislação eleitoral, precisam acontecer entre 10 e 30 de junho. Mas a disputa pela vaga está quente há meses.
O vice do senador Alvaro Dias (PDT) pode sair do PTB, legenda que, por força de pré-acordo nacional, compõe a Frente Trabalhista (PTB-PDT-PPS). Um dos cogitados foi o deputado estadual Carlos Simões (PTB). Qualquer nome que se cogite agora é especulação, se apressa em avisar Alvaro. Outra alternativa ventilada foi o presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), José Carlos Gomes Carvalho, o Carvalhinho.
A ex-deputada estadual Irondi Pugliesi (PMDB) quer ser a vice do senador Roberto Requião (PMDB). Mulher do líder da oposição Waldyr Pugliesi, ela tem o respaldo da ala feminina do partido. O senador, entretanto, frisou que o cargo permanece em aberto.
Por uma questão de estratégia, Padre Roque Zimmermann só pretende escolher o vice pouco antes da convenção, marcada para 15 de junho. Se fechar agora, terminamos o jogo mais cedo, explicou. Uma das alternativas é a vereadora de Londrina Márcia Lopes, também do PT.
Se as alianças com o PC do B ou PV forem formalizadas e prosperarem, a vaga de vice pode ficar com um desses partidos. A tendência, no entanto, é montar a chapa majoritária com petistas. Padre Roque prefere que a vaga seja ocupada por uma mulher.
Lubomir Ficinski (PFL), ex-secretário do Desenvolvimento Urbano, desistiu da pré-candidatura à sucessão e agora trabalha para ocupar a vaga de vice de Beto Richa (PSDB). Ele acredita que pode acrescentar à chapa seu bom relacionamento com os prefeitos. Quero complementar, tenho quase 40 anos de vida profissional.
O nome de Ficinski ainda não está consolidado. Beto Richa está aberto a conversas. Para consolidar o acordo com o PFL, não quer criar arestas. (M.D.)





