Politização da vacina


É doloroso sob todas as óticas, chega-se a ecoar em doses fúnebres a  polêmica criada pelo presidente Bolsonaro, dias atrás, sobre o anúncio da suspensão dos testes de vacina Coronavac, de origem chinesa, que se desenvolve no Instituto Butantã, em São Paulo, chegando ao cúmulo de se regozijar por isso, quando o certo seria diametralmente oposto. A aguda lâmina dessa situação caracteriza-se como ato perverso e de grande menosprezo pela vida, uma vez que a pesquisa clínica é uma forma de erradicar a avassaladora Covid-19, cuja pandemia representa monumental pesadelo para a nação como um todo, tanto que já ceifou até hoje mais de 168 mil vidas de brasileiros e continua vigorosamente como verdadeira tragédia, para a sociedade em geral. A referida patologia é de grande poder de destruição de vidas, corta a carne e sangra a alma de forma insana, provocando intenso sofrimento de modo árduo, indelével e interminável. A atitude do presidente gerou revolta, sobretudo no meio político, levando inclusive o ex- ministro Ciro Gomes se referindo ao episódio dizer em agrido diagnóstico : "cadeia é pouco para quem politiza uma vacina". É lamentável,  por outro lado, tomando importância transcendental, que o legítimo representante do povo, que é o Congresso Nacional, composto de 594 parlamentares, tão somente reduzidíssimo número desses parlamentares se insurgiram contra esse estado de coisa, os demais em sua maioria absoluta, silenciaram como se o caso não fosse de suas alçadas ou que tudo transcorre na mais perfeita harmonia, sem necessidade de qualquer ação ao revés . Essa inércia representa haver em seu meio a existência do seguinte jargão " quem cala consente".

Antonio Francisco da Silva (advogado) Ibiporã

Parabéns

Quero dar meus parabéns a Claudine de Oliveira pelo texto "A maior deficiência é o preconceito", publicado em 19/11/2020, no Espaço Aberto. Um texto maravilhoso, muito bem escrito e que deverá ser lido por todos que se baseiam apenas no que vêem para estabelecer seus conceitos. O mais importante é o que eles não vêem.



Nina Cardoso (psicóloga) Londrina 

MEMÓRIA

21 de novembro de 2019

 Loja é fechada após quatro assaltos em 20 dias 

 O grupo proprietário de uma loja na região central de Londrina decidiu encerrar as atividades no local após registrar quatro assaltos em 20 dias. O comércio ficava na rua Professor João Cândido. Na manhã desta quinta-feira, os responsáveis pela loja fixaram uma faixa em que justificaram o fim das atividades em razão da falta de segurança. Os clientes passaram a ser atendidos em uma loja de móveis próxima ao local. Foram dois assaltos a mão armada durante o dia e duas invasões durante a madrugada.



 

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