Acredito que falte, ainda, um currículo nacional para o ensino dos idiomas. Nesse sentido, nada mais certo do que atrelar esse currículo a parâmetros internacionais, que dão chancela ao mercado nacional e internacioonal.
Apesar de o Brasil não contar com Políticas Públicas focadas no ensino de idiomas, temos, em território nacional, uma rede privada das mais competentes. Hoje, o que vemos são colégios incorporando as escolas de inglês e de ensino a seus quadros. Nos últimos cinco anos, essas alianças só vieram a fortalecer esse conceito de que o colégio seja um centro único.
Exemplos de Políticas Públicas bem-sucedidos não faltam: a Colômbia e o Chile têm Programas de Governo interessantíssimos focados no incentivo do inglês. No Chile, há o ''Inglês abre portas'', para tornar o chileno bilíngue em dez anos. Nesse sentido, acredito que nunca seja tarde demais para se avalizar o conhecimento, domínio e noções do inglês
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