Política da desesperança
Percebe-se a olhos vistos que se chegou ao fundo do poço. Lamentavelmente, não vemos nenhuma liderança ou movimento suprapartidário, liberal, racional, ficha limpa, digno, com visão estratégica de estadista que apresente um plano coeso (a curto ou médio prazos) e vontade política em cortar, por exemplo, 50% dos gastos do governo, em especial do Legislativo e Executivo e reduzir impostos (como fazem as empresas ao reduzirem as margens de lucro com promoções, visando maior receita final). Há estudos sérios, desenvolvidos nos EUA ("Curva de Lafer"), que mostram que o aumento da carga tributária acima de 33% reduz a receita do governo. Em vez de reduzir tributos e dispensar centenas de apadrinhados não concursados que se encastelaram no poder (reduzindo os custos e aumentando a eficiência da máquina pública e adequado retorno em serviços públicos do arrecadado em tributos), preferem adotar o círculo vicioso da política rasteira e asfixiante (quanto pior, melhor), aprovando de forma irresponsável aumentos de toda ordem e totalmente desproporcional. Em consequência disso, centenas de empresas fecham reduzindo milhares de postos de trabalho de cidadãos que realmente fazem (e têm feito) este país crescer com honestidade e meritocracia. Estão semeando a paralisia, a perplexidade, a desesperança e a desconfiança no País e nas suas instituições. Quanto ao Judiciário, pelo menos, parte dele, está sinalizando que há luz no fim do túnel e que o crime não compensa.
MÁRIO JORGE TAVARES (administrador) – Londrina

Mentiu de novo!
Pretendendo aparentar uma humildade que normalmente não tem, a presidente Dilma Rousseff quis se penitenciar perante a Nação reconhecendo a culpa pela demora em perceber a crise econômica. Balela, mentiu de novo. O fraco desempenho do PIB em 2014 sinalizava para esse desfecho. E ela sabia. Tanto é que as medidas duras para ajustar a economia foram anunciadas incontinenti ao fechamento das urnas. Essa "mea culpa" atrasada é dissimulação e demonstração inequívoca do seu despreparo para governar. Alguém acredita que a real situação econômica do País seria divulgada antes das eleições? A verdade seria dita, comprometendo o projeto de poder do PT? É evidente que não. O nosso sofrimento é fruto, também, da gestão atabalhoada e das aventuras desastradas da presidente intervindo na economia. Portanto, seria mais producente se se dispusesse a cortar gastos, mordomias e privilégios, enxugasse a máquina pública, se desvencilhasse dos corruptos e tomasse outras tantas medidas moralizadoras que o Brasil precisa. Porque tamanha resistência desse governo perdulário em não economizar, enquanto a iniciativa privada é obrigada a demitir, fechar as portas e a população tem que apertar o cinto e não suporta mais pagar tanto imposto? Nenhum governante tem o direito de continuar impondo esse injusto sacrifício à população, depois da prova inconteste de uma administração fracassada. A saída de Dilma é mais que necessária. Entre outros efeitos positivos, é mostrar ao mundo que o brasileiro tem dignidade e vergonha na cara.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) – Londrina

Incompetência administrativa
Estamos estarrecidos com o anúncio do governo federal de que o orçamento do ano que vem terá um deficit primário de mais de R$ 30 bilhões. Vamos para quatro anos sem crescimento da economia brasileira. E um dos fatores são as contas públicas. Diante de uma carga tributária que já está entre as maiores do mundo, não é correto aumentar ainda mais a receita, portanto, deve-se cortar custos e despesas. Temos gastos com cartões corporativos de ministérios e secretarias, protegidos sob sigilo, batendo recordes e mais recordes, milhares de cargos comissionados e muitas outras regalias. E o governo insiste em cortar investimentos em saúde, educação, habitação e aumentar a receita de alguma forma. É preciso mexer na estrutura do governo. Quando uma empresa privada passa por um momento ruim, se o mercado não acomoda um aumento de receita, logo deve-se cortar custos e despesas e manter os investimentos para que a empresa supere esse momento. Mas não é o que a presidente Dilma está disposta a fazer. Com uma má gestão, um presidente ou gestor de uma empresa privada pode ser até deposto do seu cargo pelos proprietários do negócio, visto que não apresentou competências para geri-la. E isso é o que parece iminente no caso do país, em que o verdadeiro dono da empresa chamada Brasil, o povo, não aguenta mais ver tanta incompetência e incapacidade de gestão por parte da senhora presidente.
WANLEY XAVIER JUNIOR (contador) – Londrina

Seta é vida!
Parece mesmo que em Londrina muitos motoristas não usam seta. Ligar a seta é indispensável para a comunicação do motorista com o trânsito à sua volta. Se não houver uma campanha forte na mídia de alerta aos motoristas, o problema vai se agravar. Alguns ligam seta para mudança rápida de mão, ocasionando acidentes, principalmente, com as motos que transitam muito rapidamente. Campanha para ligar a seta, já!
DAILTON MARTINS (comerciante) – Londrina

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