Polarização perigosa
A tentativa de homicídio contra o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, por parte de um lunático ex-filiado do PSol, que disse estar "em missão divina", foi até este momento, o ápice do estado esquizofrênico em que o Brasil se encontra, fruto da divisão entre brasileiros pregada por Lula e pelo PT nos últimos 15 anos, e alimentada freneticamente por Bolsonaro nessa campanha, inclusive também dizendo ser um "enviado de Deus". Com autoridade de quem combate o PT há três décadas, afirmo que eu não desejo fuzilar nenhum "petralha", especialmente porque acredito que meus argumentos e minhas ideias são melhores que as do PT. Também não comungo das propostas de Bolsonaro e sei que é possível vencê-lo sem o uso de violência ultrajante e inaceitável como essa sofrida por ele.

SANDRO FERREIRA (representante comercial) - Ponta Grossa

Grandes fortunas
Neste momento decisivo em que não se decide nada, porquanto tudo continuará igual no ano que vem; tudo bem se comparado com a Venezuela. A eleição só servirá para transformar nossa dúvida em uma única certeza: não temos certeza de nada. Um presidente que tem a obrigação de ser honesto e levar o peso da maioria para decidir, se os deputados assim o desejarem, afinal o que uma pessoa poderá fazer? Quem vai taxar as grandes fortunas deste país? E quem vai aprovar esta cobrança? Porque além da incompetência e corrupção existe um mal tão ou maior que estes, a desigualdade social, que não se resolve cobrando imposto de renda de classe trabalhadora. A possível solução do país está na taxação nos dois porcentos mais ricos e não dos noventa e oito mais pobres. Como a parábola: "Coam um mosquito e engolem um camelo".

MANOEL JOSÉ RODRIGUES (assistente administrativo) - Alvorada do Sul

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