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Londrina

OPINIÃO DO LEITOR

m de leitura Atualizado em 25/07/2022, 06:00

Pinóquios e malandros, para não usar outro sinônimo

PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 25 de julho de 2022

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Os cambalachos, as maracutaias e as negociatas entre políticos começam bem antes das convenções partidárias. É um verdadeiro festival de "eu retiro a minha candidatura", "nos não vamos lançar candidato a determinado cargo" e assim por diante. Tudo por interesse político, nada pelo povo. Daí, o eleito, seja o presidente ou o governador de Estado, tem que dar abrigo a esses parasitas, com cargos e benesses infindáveis ou estará fadado ao impeachment, né. Bolsonaro, que disse que o "Centrão" era o câncer do Brasil e hoje afirma que é a rádio/quimioterapia no tratamento dessa doença. Cuspiu no prato em que comeu e agora vai comer nesse mesmo prato, querendo ou não. 

Luiz Alberico Piotto, servidor público - Cambé

A marca de quem se importa com o outro

A pontualidade é a marca dos que se importam com os outros. Tenho essa frase comigo, por acreditar que, ao sermos pontuais, deixamos de roubar o tempo alheio e isso significa respeitar a outra pessoa. Todos temos nossas obrigações e, ao marcarmos um encontro, uma reunião, qualquer situação que demande um tempo fixado, nada mais justo e educado do que respeitar o horário e cumpri-lo.

Os atrasos por si só já demonstram a falta de comprometimento e geram a sensação de desconfiança. Se alguém não cumpre algo simples, como chegar no horário, algo se quebra ali. Passa-se a sensação de desleixo, de pouco se importar com o outro. E ainda gera a incômoda sensação de espera daquele que honra com o horário.

Lógico, imprevistos acontecem. Contratempos ocorrem. Porém, sabendo-se disso, sempre é importante se precaver para evitar atrasos. Não se trata de implicância, ser metódico ou chatice seguir os horários combinados. É apenas algo muito simples, que pode ser resumido numa única palavra: educação.

Transformar o atraso em um hábito é demonstrar a falta de respeito e empatia por quem espera pontualmente. Inclusive, se o outro está ali já esperando no horário marcado, isso demonstra que houve uma preocupação em cumprir um combinado. Logo, aquele que conseguiu chegar pontualmente teve que mudar a rotina, de forma a não fazer o outro esperar.

Por sua vez, ao transformar a pontualidade em hábito, demonstra-se o quanto se importa com o tempo alheio. É mostrar empatia. É demonstrar respeito. É passar a sensação de que se é capaz de gerir o próprio tempo. É algo simples, porém eficaz, que passa uma mensagem clara de respeito e confiança. E aí, que tal abolir os atrasos da vida?

Juliano Schiavo, jornalista - Americana (SP)