A expedição reacendeu as esperanças da psicóloga Lilian Ruggia, 39 anos, irmã do argentino Enrique Ernesto Ruggia. Ela acompanhou a preparação do trabalho feita pelo deputado Nilmário Miranda (PT-MG), da CDH. Além de Lilian, também chegou em Foz uma filha de Onofre Pinto, Kátia, atualmente moradora em São Paulo. ‘‘Esta informação é de grande importância efetiva para mim, pois me permite seguir completando esta história, cujo fim espero que seja o descobrimento do corpo do meu irmão’’, pondera a estrangeira.
A psicóloga já visitou a região de Foz do Iguaçu em 1993 com a finalidade de encontrar os restos mortais do irmão. Em 1997, mandou uma carta ao deputado estadual Irineu Colombo e ao prefeito de Medianeira, Luiz Suzuke (ambos do PT), pedindo apoio nas buscas, contudo não obteve sucesso. Agora, com a investigação determinada pela Comissão de Direitos Humanos e pelo Ministério da Justiça, ela espera alcançar seu objetivo. (A.P.).

mockup