Paraguaios tentam evitar fuga de capital
No Paraguai, o Banco Central (BCP) e os responsáveis pelo Banco Alemão estudam meios de evitar uma possível fuga de depósitos do sistema, devido à intervenção das autoridades monetárias uruguaias, ocorrida na sexta-feira, no Banco Montevidéu.
O Banco Alemão e o Banco Montevidéu pertencem ao grupo argentino Velox, que controla inúmeros bancos, negócios, instituições financeiras e casas de crédito nos países do Mercosul, com o qual a Bolívia e o Chile mantêm acordos comerciais. O presidente do BCP, Raúl Vera Bogado, defendeu a solvência do sistema financeiro local e advertiu que nenhuma unidade financeira está em condições de suportar uma corrida em massa de clientes.





