Paradoxo dos teatros em Londrina
Como pode abandonarem um teatro e lançarem licitação para a construção de outro que se tornou um esqueleto do descaso das administrações?
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 13 de março de 2025
Como pode abandonarem um teatro e lançarem licitação para a construção de outro que se tornou um esqueleto do descaso das administrações?
Adriana de Cunto 
É inconcebível uma administração lacrar as portas e janelas de um teatro pronto e acabado sob o palco do Anfiteatro do Zerão. Como pode abandonarem um teatro e lançarem licitação para a construção de um mega teatro na área do Marco Zero e que, após se passarem várias administrações, lá se encontra o esqueleto do descaso das administrações públicas? O cargo de prefeito não pode ser objeto do ego exacerbado. É preciso ter compromisso e retidão para com a cidade e seus munícipes.
Face ao exposto fica a sugestão para o novo prefeito tirar o lacre do teatro do Zerão e proceder uma pequena reforma transformando esse mini teatro em uma escola de teatro para as crianças, a exemplo da escola de dança que existe neste parque linear do Igapó. Quanto ao teatro faraônico, estudar a viabilidade de se fazer uma parceria público-privada para concluir a obra.
As obras públicas devem ter início, fim e bom uso a fim de justificar o dinheiro público ali aplicado. FIca a sugestão para o prefeito Tiago Amaral criar um grupo de trabalho para resolver essa questão que envergonha a cidade de Londrina.
Virgílio Moreira, engenheiro civil


