Nos últimos tempos o ser humano deixou-se dominar pelas tecnologias, pelas facilidades midiáticas, por tudo que pode resolver, instantaneamente, qualquer dúvida ou dificuldade que se tenha. Só que não pode, só parece poder. Acreditar que máquinas podem resolver seus problemas é um grande erro, de sérias consequências. Porque, atrás de cada máquina, de cada mídia, de cada sistema informatizado, de cada apertar de botões há um outro ser humano. E, acreditando nesses sistemas, você entrega a diretriz da sua vida para essa pessoa. Portanto, temos que, nós mesmos, resolvermos o que impacta a nossa vida. Mas, para isso, precisamos aprender e só se aprende olhando, tanto para a frente como para trás, para o que outros já viveram e para as decisões que tomaram. Isso vale para tudo, desde tomar um café até comprar ações da Bolsa. Então, até mesmo para alguém decidir que irá se tornar um "ditador", ou seja, aquele que dita, que determina o que outros deverão fazer, é bom dar uma olha para trás, para não incorrer em erros. Desde o Império Romano o lema "Panem et Circum" é uma constante nesses sistemas. Mas parece que aqui no Brasil, dois aprendizes esqueceram-se disso. Um, no Rio Grande do Sul, restringe o "Panem". Outro, em São Paulo, quer eliminar o "Circum". Senhores, entendam que, até para ser um "ditador" - algo que eu realmente abomino - até para isso é preciso ter o mínimo de inteligência para aprender algo com o passado. Coisa que eu percebo que nenhum dos dois possui.

Nina Cardoso (psicóloga) Londrina

Fachin e sua decisão monocrática

Uma vergonha esse STF. Ninguém contestou, ninguém falou, essa decisão deveria passar pelo plenário do STF, só não passou porque os ministros todos foram nomeados pelo Lula e Dilma, vergonha, vergonha. Soltaram o Barrabás, crucificaram o Moro e o Deltan, diferente do julgamento de Pôncio Pilatos na história bíblica. Venceu a desonestidade e o compadrio. O Brasil está perdido com o Jair, então que vão todos à falência múltipla dos órgãos, esses maus governantes e membros do STF. Com tristeza pelos que perderam a vida pela Covid-9, com a inação do Jair e Pazuello.

José Pedro Naisser (ecologista) Curitiba.

CORREÇÃO

Na reportagem "Delação premiada perde prestígio com o ocaso da Lava Jato", a declaração correta do advogado João dos Santos Gomes Neto é: "É preocupante pensar que muitos magistrados e promotores são influenciados por esta investigação, que abriu um precedente perigoso. A aplicação da justiça negocial não pode abrir mão do contraditório e da ampla defesa. A última palavra deve ser do réu, e não do delator",.

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