O diálogo entre pais e filhos precisa ser posto em prática. Prática essa que nada deve ter a ver com relações robóticas que trazem 'cinco minutos de conversa e tempo contado', como vemos atualmente.
Atualmente vivemos o jogo de faz de conta numa sociedade em que o pai quer o filho em casa comportado, o filho quer ficar em casa ganhando presente e carinho, o professor quer dar a aula dele sem nenhum barulho e todos saem 'contentes'.
Quando uma criança está com problemas ou alega dor de cabeça, muitas vezes não se trata de frescura. É preciso fazer uma investigação, se aproximar e conversar mais de uma maneira o mais natural possível, para que os pais também se sintam à vontade. Ligar o automático definitivamente não funciona, uma vez que não há um jeito certo de educar um filho. Trata-se de uma tarefa diária, constante e um compromisso que se assume para a vida toda.

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