País da impunidade
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terça-feira, 12 de novembro de 2019
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País da impunidade
Decisão polêmica e tão importante a dos ministros do STF de proibir a prisão após a segunda instância, antes do esgotamento de todos os recursos dos réus. Ocorre que gerar jurisprudência e possibilitar a soltura de mais de cinco mil presos, entre eles, vários políticos, joga no lixo o exercício de soberania popular. O povo foi para as ruas, exigiu e comemorou a prisão de políticos ladrões, expondo sentimentos nunca antes vividos pelos brasileiros, de punição principalmente para atos de bandidagem e corrupção. Para a maioria da população restam perplexidade e indignação frente a toda essa indecisão dos legisladores, que vêm ao longo de anos mudando suas perspectivas interpretativas sobre o caso. E agora, como resistir ao desencanto de ver o retorno do ciclo vicioso: política, corrupção e impunidade?
MARIA APARECIDA VIVAN DE CARVALHO (professora aposentada da UEL) - Londrina
Estado sem partido
O missivista Sandro Ferreira, de Ponta Grossa, foi muito feliz na sua carta (Opinião - 08/11). Só discordo de uma coisa, sr. Sandro: nosso famigerado Supremo Tribunal Federal, extremamente de ParTido. Basta analisar a última sessão do dia 7 de novenbro. O chefe maior está saindo de “casa” graças ao STF. Que vergonha...
ANTÔNIO CARLOS PESCADOR (autônomo) - Londrina
Nossa Bandeira
Amar ou deixá-lo, eis a questão, optei por amá-lo. De que forma? Sendo útil, confiando e trabalhando muito, jamais me entreguei ao ostracismo. Escolhi esta bandeira com muito amor, disposto a dar, se for preciso, a minha vida. Bem ao contrário de quem se quer sabe o que é ou representa a bandeira, sendo indigno da mesma. A bandeira representa a nossa pátria, tudo o que há nela. Deus acima de tudo, vai dar certo!
PILLAR CREMONEZI SANTANA - Londrina
Truculência da PM
Eu estava caminhando pela calçada na rua Dr Muricy, esquina com rua Cruz Machado, no centro de Curitiba, por volta das 10h30 da manhã dessa segunda-feira (11), havia várias viaturas em cima da calçada atendendo uma ocorrência. Chegando no sinaleiro, aguardando a abertura do sinal, acabei me encostando na viatura da PM que ali estava na calçada, quando de repente por trás um policial PM de nome Soldado Soares me surpreendeu dando um empurrão em mim, dizendo com tom ameaçador que eu deveria desencostar da "barca". Fiquei perplexo com a atitude violenta do servidor público pago por nós cidadãos com impostos. A Polícia está nas ruas para esta finalidade??? Agir de truculência com um cidadão pelo simples fato de ter encostado na viatura??
CÉLIO BORBA (autônomo) - Curitiba


