Página do leitor
Todos podemos seguramente concluir que a greve dos servidores da Universidade Estadual de Londrina (UEL) já chegou ao ponto de exaustão. Mas jamais é possível fundamentar essa percepção na alegação de que o movimento grevista deixou de ser legítimo, como fora desde sua idealização. Há muitos prejudicados diretamente pelas consequências dessa história, sobretudo pacientes carentes não só de Londrina, mas de várias regiões do Estado, e até mesmo de outros Estados vizinhos, que vitalmente dependem dos cuidados prestados através do Hospital Universitário (HU) e de seus funcionários.
Quanto aos alunos da UEL, sem dúvida alguma merecem estar em melhores condições, para poderem prosseguir em seus estudos rumo aos seus futuros profissionais. Contudo, a greve não teve sua legitimidade e sua razão desgastadas em face do desgaste que vêm sofrendo os alunos, pacientes e comunidade em geral por motivo dessa paralisação. Ao contrário, ganhou maior sentido.
Pois, só assim, efetivamente incomodando a opinião pública e refletindo negativamente na comunidade, passa a ser valorizada em sua causa.
Embora já esteja em hora de ser suspensa, constituiu-se, até então, uma prova de que parte insigne dos paranaenses não são impassíveis aos desmandos e à incompetência de nossos últimos governos, com destaque para o atual que, parece até que intencionalmente, está arruinando nosso Estado. A era Jaime Lerner está sendo altamente deletéria ao Paraná. Sorte nossa que ela conte com poucos meses de vida.
RICARDO GARCIA, Londrina
Estados Unidos
Os Estados Unidos, pela intransigência, foram alvo de uma tragédia sem precendentes na história da humanidade no dia 11 de setembro. Contudo, parece que não foi suficiente para que mudassem suas políticas em relação aos seus parceiros comerciais.
Numa tentativa, talvez de sufocar o Mercosul, eis que surge a Alca, com muita impetuosidade. Em seguida, o Fast Track que deu ao executivo americano rapidez em suas ações comerciais. O presidente Bush não teve dúvida: jogou a culpa nos produtos brasileiros de açúcar e laranja. Se alguém tme dúvida da intenção dos americanos em relação à Alca, agora não tem mais. Eles não jogam para perder, são duros na queda.
O México cresceu por volta de 7%, alavancado pela exportação ao país vizinho, muito embora a reciprocidade é verdadeira, fica evidente que exportar e importar na mesma proporção é vantajoso para ambos os países.
JOÃO AMBRÓSIO DE OLIVEIRA, Londrina
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Logo que aconteceram os atentados de 11 de setembro nos EUA, vimos opiniões absurdas sobre o resultado do insano ato terrorista de Osama bin Laden. Muitos ressentidos da esquerda radical brasileira, como sempre, destilaram suas ilusões a respeito do que seria o futuro da América. Diziam, as grandes cabeças stalinistas, muitos que até mesmo na América estudaram, que seria o Afeganistão um novo Vietnã para os gringos. Pobres pré-históricos que pensavam ser o exército americano igual ao soviético, cuja última derrota humilhante fora no mesmo local.
Diziam também que os americanos fizeram por merecer tal carnificina e até mesmo afirmaram não haver ligação religiosa no genocídio. Osama bin Laden foi inocentado de qualquer suspeita e, ainda por cima, tiveram coragem de dizer que o atentado fora praticado por americanos radicais.
Passado o tempo, senhor de toda a verdade, vemos que Osama atacou os EUA por ser este o maior aliado de Israel e ainda acusa o Ocidente de odiar o Islã. E pensar que Osama é dono de quase US$ 300 milhões e não aplica um centavo para o desenvolvimento da região. Deve ser pelo simples fato do que vemos aqui mesmo no Brasil. É mais fácil jogar a culpa de todos os males nos EUA que, obviamente nunca foram e nunca serão santos, a assumir nossas culpas e mazelas. Dar educação e desenvolvimento a alguém que, no futuro, não mais aceitará ser dominado é loucura.
Enquanto isso, os mártires da Jihad continuam explodindo seus futuros em prol de um fanatismo arcaico ao invés de usar o diálogo e procurar a paz com os também radicais de Israel. Quanto aos paleolíticos da esquerda radical, provaram que são as grandes cabeças do país. Cabeças de bagre.
ANDRÉ LUÍS ARRUDA PLÁCIDO, Campinas (SP)
2002
A paz não se espera, se faz. O nosso time acredita que assim é possível construir um futuro melhor.
HEIDELBERG DO BRASIL, São Paulo
Feliz ano-novo, com muito amor, paz e alegria.
TOUR COMPANY, Londrina
Um 2002 de muita paz.
VIAÇÃO GARCIA, Londrina
Onde existe dedicação, trabalho e amor, só há espaço para boas e grandes realizações. Para isso, basta colocar seus sonhos em prática e fazer a vida a sua volta cada vez melhor.
NOBEL SISTEMA DE ENSINO, Londrina





