Os prós do "na cabecinha"

O governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), disse que "a polícia vai mirar na cabecinha e... fogo" ao se deparar com bandidos portando fuzis e já ouve-se críticas por parte da DDB (Defensores dos Direitos da Bandidagem). O que querem essas pessoas? Que os policiais vão cumprimentar esses bandidos e de maneira educada e cordial solicitar que entreguem as armas? Vejamos alguns benefícios do "na cabecinha": não irão ocupar vagas de pessoas honestas nos hospitais públicos, o armamento será recuperado de imediato e utilizado pela corporação em novos combates, além de livrar a população de mortes violentas e balas perdidas, tráfico de drogas, extorsão e tantos outros crimes brutais. E, também, de suma importância: sendo "na cabecinha", haveria uma astronômica economia com munição.

LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé

A Londrina que não queremos

É a Londrina que temos. Na condição de morador de Londrina há mais de 60 anos, posso afirmar que este é o pior momento da cidade. Atribuo diretamente ao Executivo e ao Legislativo, que não desenvolvem as funções para as quais foram eleitos, e, também, a nós londrinenses, que não cobramos os direitos que temos na condição de munícipes. A cidade está descuidada, desrespeitada, invadida e insegura. O nosso direito de ir e vir é tirado pelos quase mil moradores de ruas, "despachados" por cidades do Paraná e de São Paulo. Os pichadores estão cada vez mais ousados; parar nos semáforos nos coloca frente a frente com pedintes; vendedores que comercializam produtos alimentícios sem a menor higiene; voluntários profissionais de entidades que desconhecemos; distribuidores de panfletos; ambulantes que voltaram a invadir a nossa cidade; flanelinhas que exploram os condutores de veículos e até ameaçam; despejos irregulares de lixo em praças, calçadas, terrenos particulares e do município; furtos e roubos em creches, colégios, UPAs, comércios e residências; constantes furtos de cabos telefônicos; desrespeito dos "motoqueiros" na aceleração exagerada das suas motos; vagas para cadeirantes, gestantes e idosos não respeitadas. Com a palavra, o Executivo e o Legislativo.

ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina

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