OPINIÃO DO LEITOR: Pelé
PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 02 de janeiro de 2023
Adriana de Cunto - Diretora de Redação 
Quando eu era pequena e me perguntaram para qual time eu torcia, imediatamente respondi ser aquele que eu mais conhecia, ainda que conhecesse pouco de futebol: Santos. Sou da geração santista/pelezista. Sempre fui santista.
Ao longo da minha existência ouvi, li o nome Pelé milhares de vezes. Em inúmeros momentos vi e revi suas jogadas. Assisti ao filme de sua trajetória. Em algumas viagens para fora do Brasil era sobre esse brasileiro que as pessoas de lá me perguntavam.
Ouvi sua história ou partes dela muitas vezes. Sua garra e genialidade sempre foram inspiradoras. Sua inserção e dedicação ao único time de futebol a que pertenceu no Brasil são exemplares.
Futebol arte, futebol bonito, futebol com técnica genial, futebol modelo são algumas expressões quando são lembrados os jogos dos quais ele participou.
No planeta inteiro pessoas reconhecem a genialidade de Edson Arantes do Nascimento. Os jornais do mundo noticiam, agora, a tristeza pela perda dessa vida tão significativa, estampando sua grandiosidade. Fazia gols com o pé direito, pé esquerdo, de cabeça, parado, em movimento. Como se não bastasse esse leque de possibilidades ele gostava de, nos treinos, atuar na posição de goleiro.
Edson Arantes do Nascimento nos deixa, mas Pelé continua conosco. Jornalistas choram ao comentar essa perda. Eu choro ao sentir a transitoriedade de alguém que trouxe ao mundo tanta beleza e alegria. Trouxe futebol e trouxe arte. Trouxe exemplos de vida. Dignificou lugares e pessoas.
Nossos pêsames à família de Pelé, em particular ao seu filho, Edinho, técnico do Tubarão, nosso time de futebol londrinense. Nossos pêsames aos brasileiros, que agora perdem um de seus ícones. Nossos pêsames a todos que amam futebol.
Um corpo se vai, uma história permanece. O brilho dessa vida continuará a nos iluminar. Obrigada, Pelé!
Lucinea Rezende (professora aposentada da UEL) Londrina
Recomeçar sempre
Um novo ano nasce e as promessas quase sempre ficam nas promessas e caem diante do cheiro do cigarro, do gosto da bebida e do prato cheios de guloseimas. Muitos prometem ser melhores, mudar o estilo de vida como se o ano novo fosse a lâmpada mágica de todos os desejos. O ano novo não existe, afinal são apenas datas que não conseguem mudar o que se acostumou com o comodismo. Os vícios nunca acabam, somente são evitados dia a dia. Recomeçar é a palavra que nos dá a chance de sermos melhores, pois será apenas conservar o que temos de bom e corrigir alguns defeitos do caminho desta vida comprida. Vamos evitar a síndrome da Gabriela: " Eu nasci assim, vou ser sempre assim..." Feliz 2023 ou simplesmente "recomeçar".
Manoel José Rodrigues ( assistente administrativo) Alvorada do Sul
Os artigos, cartas e comentários publicados não refletem, necessariamente, a opinião da Folha de Londrina, que os reproduz em exercício da sua atividade jornalística e diante da liberdade de expressão e comunicação que lhes são inerentes.
COMO PARTICIPAR| Os artigos devem conter dados do autor e ter no máximo 3.800 caracteres e no mínimo 1.500 caracteres. As cartas devem ter no máximo 700 caracteres e vir acompanhadas de nome completo, RG, endereço, cidade, telefone e profissão ou ocupação.| As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal. | ENVIE PARA [email protected]


