A população dita de centro direita ou de centro, como comumente chamamos, aquelas pessoas que acreditam no esforço, na busca por melhores padrões de vida, no empreendedorismo, na liberdade de expressão, na boa educação etc. e que são essas premissas que trarão um desenvolvimento sustentável e o mais igualitário possível, levando renda aos cidadãos de todas as classes, através do incremento constante de oportunidades. Sem no entanto abandonar as classes menos favorecidas que realmente necessitam de apoio, de forma que não deixemos ninguém para trás, como dizem. Que as pessoas que nasçam ou vivam em nosso território, possam sobreviver e viver em condições dignas.

Essas pessoas que acreditaram na eleição de Bolsonaro, mas que pairava sobre suas mentes uma certa preocupação devido ao seu extremismo. Que votaram nele para contrapor as políticas dos governos anteriores, principalmente pelos indícios de corrupção e também políticas extremistas de esquerda, adentrando até em questões de valores e costumes, entre outros.

Quando Bolsonaro subiu a rampa, os receios dessa classe se tornaram realidade, com seus extremismos e falta de diálogo com outros poderes, com ameaças que estremeceram a democracia em nosso país, com isso, volta ao poder a esquerda nas eleições de 2022.

Não que a esquerda não possa realizar um bom governo, mas o que preocupa são os excessos e inchaço em suas gestões e muita interferência no dia a dia da economia e nas relações da sociedade.

Estamos mais uma vez órfãos. Precisamos, sim, voltar os olhares para as pessoas e políticos que acreditam em nossos princípios, para quem sabe em 2026 nossas esperanças renasçam e nossos sonhos de um país justo, desenvolvido e igualitário se tornem realidade.

Esperamos também que a inteligência artificial, IA, possa trazer informações mais confiáveis e pertinentes a população e aos gestores/políticos, de forma a afastar ou desacreditar retóricas de políticos demagogos.

José Cezar Vidotti (economista) Londrina.

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