Onde está a verdade?

O planeta e sobremaneira o Brasil, sofre o terrível extermínio (verdadeiro genocídio), causado pela pandemia que, como se fosse um tsunami , horroriza o país por todo seu vasto território, ceifando vidas num alarmante e incomensurável montante até então nunca sequer presumido. Em atitude de desdém, o atual Presidente em visita ao Estado do Rio Grande do Sul em data recente disse ironicamente: “estamos no finalzinho da pandemia”, sendo que sua narração encerrou-se aí, quando por obrigação natural deveria dizer complementando : com a vacinação em massa que faremos com absoluta rapidez possível, exterminaremos esta terrível patologia. Em seguida, (questão de dia ou dias) o atual Ministro da Saúde informou na mídia em rede nacional que a pandemia prosseguia. Assim sendo chega-se a conclusão plausível racional de que a covid-19 não está sob embate, ao revés , aniquila, fatiga e mata cada vez mais sem cessar. Afinal quem está falando a verdade? O presidente ou seu Ministro? Parece que estão brincando com a doença, apesar do vasto número de óbitos por ela gerados crescerem em proporção alarmante e incontrolável. O vírus constitui-se numa terrível ameaça, até porque é inacessível e por isso coloca em pânico toda população do universo e, sobretudo nossa população. Mas o que é de fazer pasmar é que em meio a toda essa desarmonia aliada à ambiguidade demonstrada, o vírus já dizimou o avultado número de mais 200 mil vidas no Brasil e continua amplamente proliferando em sua ação devastadora, tudo sob o silêncio inexplicável do Congresso Nacional que deveria refutar (de pronto), esta inusitada e triste situação e ao contrário, permanece inerte, como que se isso não fosse com eles.

Antonio Francisco da Silva (Advogado) - Ibiporã

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Contemporaneidade do STF

Oportuno o texto do espaço aberto desta sexta. 15.01. Sobre Ciências Penais do Século XXI. As grandes transformações na área Penal, que necessitam se adaptar aos novos tempos. A Pergunta é, o STF, nossa maior corte, não parece preocupado com essas transformações. Tomando decisões que não se enquadram na contemporaneidade apontada na reportagem.

Infelizmente.

José Cezar Vidotti (economista) - Londrina

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