OPINIÃO DO LEITOR: Ódio e impunidade
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sábado, 20 de março de 2021
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Com um voto carregado de ódio, o ministro Gilmar Mendes deixou transparecer toda a sua ira contra Sérgio Moro. Mendes é parcial quando se baseia em material ilícito apresentado por hackers criminosos para acusar o juiz da Lava Jato; também está ameaçando Marcelo Bretas, outro juiz atuante da operação. Causa-nos perplexidade e indignação, também, quando Gilmar chama a Lava Jato de esquadrão da morte; é muito atrevimento. As evidências de rancor e perseguição pessoal do ministro sinaliza que o seu julgamento é tendencioso; entretanto, ele não se declara impedido, como determina o artigo 145 do novo Código do Processo Civil, sobre a imparcialidade do juiz para julgar "amigo íntimo" e "inimigo capital". Quem vai parar a insolência de Gilmar Mendes? Até quando teremos que suportar as suas injúrias? Com o STF dividido em duas turmas, um quórum mínimo de três ministros impõe seus interesses dentro do Supremo. É o que está ocorrendo na 2ª turma, cujo resultado das votações são vergonhosos. Por outro lado, a impunidade concedida ao condenado Lula permitiu-lhe armar o seu palanque e, descaradamente, se declarar um injustiçado. Não é possível que esses criminosos afrontem dessa forma a nossa inteligência. Desejamos uma democracia e não uma ditadura da impunidade. Deixar que os ladrões legalmente investidos de autoridade saqueiem impiedosamente os cofres públicos, e que os seus afilhados togados avalizem os seus crimes, é condenar o Brasil a um atraso quase que irreversível.
Ludinei Picelli (administrador de empresas) Londrina
Salário Vereador
Caro vereador de Rolândia, Sr “Ratolino”, um trabalhador braça, trabalha 10/12 horas por dia e ganha uma diária na faixa de 120/130 reais, o que daria uma renda mensal de no máximo uns 2.500,00 sem nenhuma outra “regalia”! O Sr. trabalha quantas horas por dia para reclamar de seu salário de mais de 7.000,00/mensais e mais um monte de “benefícios”, pagos com dinheiro do contribuinte? Como diz o ditado: Não está bom, pega o boné e vaza.
Antônio Carlos Pescador (autônomo) Londrina
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