OPINIÃO DO LEITOR| Habemos vacina, contra a Covid-19
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 20 de janeiro de 2021
Equipe FOLHA 
Habemos vacina, contra a Covid-19
Sim, agora temos vacina contra a Covid-19. Instituto Butantan, orgulho brasileiro. Correram o mundo as imagens da aplicação da primeira vacina da Coronavac, produzida no Instituto Butantan que há mais de 120 anos trabalha pela vida. Monica Calazans, enfermeira do Hospital Emilio Ribas de São Paulo, foi a primeira brasileira a receber a vacina, aplicada pela enfermeira Jessica Pires. A autorização passou pela Anvisa que fez valer a ética e a honestidade, não se submeteu a pressões políticas dos negacionistas que se omitiram durante a pandemia, deixaram que até hoje 209.000 pessoas indefesas perdessem a vida, nem mesmo a logística do oxigênio conseguiram resolver. Que os governos agora busquem as vacinas, e coloquem os professores nessa logística, em favor de nossas crianças brasileiras, eles merecem isso também. Parabéns Anvisa e ao instituto Butantan, orgulho de todos nós os brasileiros.
Jose Pedro Naisser (um brasileiro que torce pela vida – ecologista) - Curitiba (PR)
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Dedo de Prosa
Prezado Celso Felizardo, Li seu artigo na FL (Folha Rural/Dedo de Prosa/09 e 10 de Janeiro) intitulado "Muito prazer, Milho" no qual você divaga pelo milho e apreciei muito. Ao você falar do milho e suas subespécies: "sempre aparecia o tiozão para fazer piada do sabugo e suas três funções, mas isso é assunto para outra crônica". Uma é para limpar o c* e as outras duas?
Reinaldo Jojima - Londrina (PR)
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Reeleição
Incontinenti à sua posse, Bolsonaro anunciou que seria candidato à reeleição. Focado nisso, passou metade do seu mandato se ocupando de remover do caminho todos aqueles que representasse ameaça à sua intenção. Nunca suportou o brilho dos talentosos da sua equipe, que foram exonerados ou pressionados a saírem. A exceção é Paulo Guedes, cuja mudança teria repercussão negativa internacionalmente. Fora dos seus domínios, passou a atacar todos os políticos tidos como presidenciáveis no próximo pleito, suportado por campanhas difamatórias injustas e execráveis. A medir pelo seu comportamento absolutista, nos próximos dois anos Bolsonaro vai insistir na ideia retrógada do voto impresso, porque se ele perder as eleições vai alegar que as urnas foram fraudadas. Essa é a insinuação velhaca que ele já preparou e vai replicá-la até o fim da gestão. Ele segue fielmente o triste roteiro protagonizado pelo seu ídolo, que desesperadamente relutou em deixar o poder nos Estados Unidos. Para uma possível derrota nas urnas em 2022, já previu incidentes piores daqueles acontecidos no Capitólio, onde morreram 5 pessoas. E, com uma mensagem subliminar, ameaçou a ocorrência de um desfecho ainda mais trágico por aqui, incitando a violência. É preciso conter essa sanha autoritária inconsequente. Não há clima para essas orgias despóticas num regime democrático.
Ludinei Picelli (administrador de empresas) - Londrina (PR)


