Ao se falar em arborização urbana o que vem à cabeça inicialmente? Belíssimas cidades repletas de árvores para todo lado que se olha, não é mesmo? Sim. Mas infelizmente nossa cidade capenga nesse aspecto. Basta dar um passeio por ruas de bairros ou centro que a gente logo nota as mesmas meia dúzia de ipês magrelos nas calçadas. A cereja do bolo é o Bosque Central, mais mirrado que oferta de legume em fim de feira. E ainda querem cortar tudo! O problema é enorme: não temos árvores! A solução demanda leis e fiscalização rigorosa. Quando andamos por Maringá ou Curitiba vemos a discrepância entre elas e Londrina. Não que elas sejam modelos de arborização, longe disso. Mas lá tem muito mais árvores do que aqui. E carecemos de árvores, porque aqui as temperaturas chegam a ser infernais de tão quente. Fato é que árvore incomoda, traz sujeira, entre outras besteiras. Mas basta ter uma numa rua, que a vaga sob a sombra é disputada pelos motoristas. A gente precisa urgentemente de mais árvores. Sol batendo direto no asfalto só aumenta a temperatura da área urbana. E isso fica muito claro quando você anda pelas áreas rurais. Vamos plantar em vez de cortar. Que acham?

L.R. Silva (escritor) Londrina

A remota e nefasta política

Duas das maiores desgraças da política brasileira chamam-se coligação partidária e segundo turno. Em ambas situações o eleito se torna um hospedeiro de parasitas e a conta vem para nós, contribuintes. Peguemos os cargos de confiança em todas as esferas (federal, estadual e municipal), somente do primeiro ao terceiro escalão. Se fosse feita uma limpa em 50% desses cargos, tenho a mais absoluta convicção de que ainda sobrariam muitos inúteis na vida pública. Torço para que esse governo do Lula dê certo, mas já está com 37 ministérios, muitos que não fariam falta alguma se não existissem e outros ocupados por políticos mais sujos que pau de galinheiro. Em resumo, a política não mudou nada, desde a época de Pôncio Pilatos, que lavou as mãos para manter-se no poder.

Luiz Alberico Piotto (servidor público) Cambé

Sirva, não julgues!

Gostaria de parabenizar o senhor Antônio Valeriano Lopes pelo artigo no Espaço Aberto da FOLHA em 12/01. Caro senhor Antônio, com muita propriedade o senhor, em poucas palavras, disse tudo que tal sacerdote vem há tempos atacando nesse respeitado Espaço. Parabéns e obrigado por me defender das referidas ofensas, pois, como missivista desse mesmo espaço, me coloco entre os citados na missiva de 11/01, como um dos “Cachorros que Latem”, assim chamados por quem deveria exercer a sua função do sacerdócio! Obrigado!

Antônio Carlos Pescador (autônomo) Londrina

Democracia

A democracia brasileira, após os episódios de arruaças de um bando de criminosos travestidos de manifestantes sai mais do que nunca fortalecida. A série de barbarie que pseudo patriotas aprontaram nos poderes constituídos foi uma prova de fogo para mostrar que a luta pelo Estado de Direito, liberdade e democracia não foi em vão. Os atos de selvageria daquele bando de maloqueiros só provou, a nós cidadãos de bem, e aos nossos governantes legitimamente eleitos, que nossa democracia está mais do que nunca sólida, e a minoria de maloqueiros que invadiram Brasília são apenas um grupo isolado, portadores de intolerância social, política. São vergonha para seus familiares que foram reconhecidos nas diversas imagens da mídia cometendo crimes diversos, desde invasão, a furtos, e destruição de bens materiais que pertencem aos poderes constituídos, logo, a todos nós brasileiros. Patriotas verdadeiros e portadores de amor à nossa pátria jamais cometeriam tais aberrações contra os símbolos de seu país, em plena capital de todos nós brasileiros. Fora isto, todos, sem exceção, devem responder criminalmente pelos seus atos, assim reza nossa Carta Magna, que é a Constituição brasileira.

Célio Borba (autônomo) Curitiba

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