Ataque à Campanha da fraternidade

Não sou muito religioso mas acho importantíssima a Campanha da Fraternidade Ecumênica. Muito nobre a união de diferentes religiões em busca do objetivo comum de defesa das minorias. Tomara que chegue o dia de uma união com todas as religiões, sejam cristãs ou não. Fico triste ao ver o que está acontecendo ultimamente. Como pode, membros da própria igreja, pregando o ódio tão descaradamente, desrespeitando projetos que buscam a união e a real fraternidade entre as pessoas. Pela primeira vez vi uma campanha de "não doação". Que coisa impressionante. Dinheiro sendo gasto com outdoor difamando a própria instituição a que pertencem. Dinheiro que poderia ser usado na caridade. Negando o amor ao próximo, discriminando-o como se fosse inimigo mortal por ser diferente. Não se comovendo com o sofrimento dessa minoria. Considerando o diferente como não merecedor de amor como se fossem filhos do capeta. Será que existe amor no coração dessa gente? Onde foi que erramos? Em qual "livro sagrado" está fundamentada essa guerra? Qual a régua que separa os puros dos impuros? Qual "deus" mora no íntimo desses juízes da moralidade e dos bons costumes e que decreta o banimento espiritual de outro ser humano? E, talvez, caminhar para o banimento físico também eliminando o problema? Será que falta diálogo dentro da igreja ou essa minoria barulhenta não se conforma e quer a qualquer custo ditar as normas da instituição a que pertencem? Será que estamos próximos a um novo cisma criando a igreja dos defensores do ódio e da morte? Muitas perguntas, né?

Domingos Sávio Pereira (aposentado) - Londrina

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Combustíveis

Finalmente presidente Bolsonaro soube captar o sentimento da sociedade brasileira ao afirmar que não sabemos nem a qualidade e nem a quantidade do combustível que abastecemos. Vergonhoso pagarmos por um dos combustíveis mais caros do planeta que já vem misturado e nunca sabemos a composição exata, entretanto pagamos caro para a manutenção do veículo que sofre desgaste prematuro em decorrência dessas misturas. Presidente Bolsonaro tem a chance de terminar seu mandato com uma administração sensata, coerente e racional, bastando que não ceda às seus arroubos autoritários e irracionais.

Daniel Marques (historiador) - Virginópolis (MG)

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