Fórum Econômico Mundial
Até 2000, a china ainda não era signatária da OMC (Organização Mundial de Comércio). O país asiático estava cauteloso em relação à economia global. No entanto, neste Fórum em Davos, a China ostentava mais do que outros, e defendia o livre comércio. Não é difícil entender a posição chinesa, sem síndrome no custo industrial, os produtos chineses são mais baratos no mercado internacional. Por isso deseja o comércio sem barreira para vender mais. A União Europeia, liderada pela alemã Angela Merkel, também se defende do livre comercio, só que ela age com ideia feminista e humanitária. Já o governo dos EUA, Donald Trump, fala na mudança das regras internacionais - um componente eletrônico fabricado no Brasil custa R$ 50, e outro componente da mesma característica importado da China é vendido por R$ 30. Eis aqui o exemplo ilustrativo que nos permite contemplar a ideia do Donald Trump. Por isso nem tudo o que Trump fala é errado.
OSAMU ARAZAWA (contador) - Londrina

Vontade Política ou Covardia?
O deputado Rogério Rosso (PSD-DF) admite que "a reforma da Previdência está cada vez mais longe de ser aprovada." O fato indica que os nossos deputados perderam o eixo da responsabilidade, da razão. Fizeram da democracia um regime licencioso, permissivo. Expõem o Brasil a um novo golpe de Estado, o que pode acontecer face ao rumo perigoso que vem tomando. Aprovada ou não a reforma, o Brasil precisa cortar os gastos que são excessivos: gigantismo do Congresso, auxílio-moradia, cartão corporativo, verba ao Fundo Partidário, super salários; precisa fundir ministérios, eliminar partidos, não ressarcir despesas pessoais, diminuir verbas de gabinetes etc... Para a retomada do crescimento os nossos políticos terão de ser menos políticos. Precisam ter pelo menos um mínimo de consciência.
ANTÔNIO SCARPARI DAMETTO (aposentado) - Londrina

Auxílio-moradia 1
Para driblar o teto salarial constitucional inventaram uma série de benefícios. Receber benefício pode, o que não pode é receber salário. Um procurador abre processo quanto a crime, e não quanto a imoralidade. Mas tenho dúvida se quem recebe "imoralidade" tem caráter suficiente para pedir condenação. O procurador Deltan Dallagnol, do Ministério Público Federal, recebe verbas indenizatórias por mês. Valor que inclui auxílio-alimentação, auxílio-transporte, auxílio-moradia. Pode um empregado (servidor) receber mais que o patrão (povo)?
ILDO YUKIO MARUBAYASHI (agricultor) - Londrina

Auxílio-moradia 2
O juíz Sergio Moro receber auxílio-moradia, tendo residência fixa e própria a cerca de 3 km de seu local do trabalho, na sede da Justiça Federal aqui em Curitiba, é algo vergonhoso, dado ao alto salário que recebe um juiz federal. Que moral agora ele tem para acusar políticos e empresários em atos de corrupção e desvios? Pode até ser legal perante a justiça a qual ele integra, mas, aos olhos de nós cidadãos, é sim, uma imoralidade pública!
CÉLIO BORBA (aposentado) - Curitiba

Voltando ao passado
Lamentavelmente Londrina voltou a viver aqueles dias que imaginávamos que estavam banidos, a corrupção deslavada que já tantos males nos causou. Tudo é recente e ainda estão frescos em nossas memórias. É inacreditável o que estamos assistindo, parece um sonho. Para fazer algum juízo crítico agora sobre os fatos divulgados pela imprensa podemos até ser traídos pelas emoções, portanto vamos aguardar os acontecimentos. Voltarei ao assunto se nada for feito para conter tamanha falta de amor destes energúmenos pela nossa querida Londrina.
WALTER COSTA BARROSO (cirurgião-dentista) - Londrina

Correção
Ao contrário do informado na legenda da matéria "Minorias põem os blocos na rua", publicada na página 4, da Folha 2, deste sábado (10), Carolina Branco é organizadora do bloco "Siga bem, Caminhoneira", e Fernanda Silva, do bloco "Pretas A-Mar-Te"

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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