Imposto e o fato gerador
Para que haja "imposto" há a necessidade de um fato gerador que dê origem ao mesmo, justamente para cobrir as despesas decorrentes, por exemplo; ICMS (imposto sobre circulação de mercadorias e serviços); IPI (imposto sobre produtos industrializados); ISS (imposto sobre serviços de qualquer natureza); IPTR (tributo que visa desestimular a improdutividade); etc. No Art. 156-l da Constituição do Brasil, tem como fato gerador a propriedade, e no § 1º de modo a assegurar o cumprimento da "função social" da propriedade. Que função social é essa, que ninguém conhece? Ou seja a prefeitura não faz nada, a não ser preencher o carnê anualmente e mandá-lo pelo correio, no começo de cada ano. Aí eu pergunto onde está escondido o "fato gerador" desse assalto? Já que a Prefeitura não investe um centavo sequer na propriedade do cidadão. A energia elétrica é o proprietário que paga, bem como a que passa na frente do imóvel; a água e esgoto; o asfalto, bem como a conservação do mesmo; a limpeza pública. Enfim, por tudo isso o proprietário do imóvel é responsável. Se acontece um assalto na residência, se tiver seguro o proprietário é ressarcido do prejuízo. O mesmo acontece, no caso de um vendaval ou coisa que o equivalha. Ou seja, o poder público está se "lixando" para o prejuízo. Aí eu pergunto: porque pagar 0,6%, 1 ou 2% do valor de seu imóvel, sem qualquer contra partida do poder público? Verdadeiro assalto ao bolso do contribuinte!
WILSON OLIVEIRA TRINDADE (bacharel em direito) - Londrina

Um mal para o Brasil
Ser político no Brasil é sinônimo de corrupção, é administrar em causa própria; dos familiares e daqueles que possam retribuir com alguma vantagem os favores recebidos. Diante disso, a grande maioria na população nada recebe daquilo que teria direito em função dos seus tributos recolhidos ao Município, Estado e Nação. Você já parou para pensar em quantos políticos você confia? Com certeza o cidadão que acompanha a corrupção alastrada pelos políticos, divulgadas pela mídia, não terá uma dezena de políticos em quem confia. Eu confio em um único vereador da nossa cidade, em um respeitável deputado estadual do nosso Estado, em um deputado federal e não confio em nenhum senador, muito menos no presidente da República. Brasileiros, os políticos, os bandidos, os advogados que estão ficando milionários por estarem defendendo políticos e empresários corruptos,"a imprensa vendida", a grande maioria dos sindicatos e todos aqueles que estão sendo beneficiados pela corrupção em nosso País estão contribuindo de forma indireta e direta pela morte de milhares de pessoas, por falta de segurança, pela péssima estrutura básica da saúde, pelas péssimas condições das nossas rodovias e outros.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina

Crescer dói!
Qual é a sua disposição para evoluir? Posso lhe garantir: crescer dói. Qualquer coisa que você queira mudar em você vai doer. Vai incomodar e por isso poucas pessoas mudam. Poucas pessoas avançam de verdade. Quando você começar a mudar os seus pensamentos e ações, certamente vai se perceber diferente dos outros. Quando resolver comer mais saudavelmente, talvez vá se sentir excluído. Quando resolver empreender, evoluir na carreira ou mesmo fazer uma transição de carreira, vai se sentir muito diferente dos amigos que buscam a falsa estabilidade. Amadurecer dói muito. Exige muito de quem se aventura nessa jornada. Sempre que houver alternativas, tenha cuidado. Não opte pelo conveniente, pelo confortável, pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso, simplesmente para agradar aos outros. Opte pelo que faz o seu coração vibrar. Opte pelo que gostaria de fazer, apesar de todas as consequências. Agora pegue caneta e papel e escreva cinco prioridades para esta semana, e faça o que tem de ser feito! Escreva objetivos maiores para seu mês e seu ano. Trace seus objetivos de curto, médio e longo prazos. Ter objetivos claros faz sua mente perseguir a conquista dos mesmos. Permita-se e ouse ir além...
ANA SLAVIERO (coach e especialista em transição de carreira) - Porto Alegre (RS)

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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