Mocós no centro
Prefeito Marcelo Belinati, não é possível que a sua administração não se preocupe com os mocós formados no centro da cidade , como na frente do prédio do ex-Banestado no Calçadão, na praça Rocha Pombo e diversos lugares da cidade. É uma vergonha para nós, londrinenses, recebermos visitas e sermos humilhados de todas as maneiras, como se estivéssemos sem nenhuma administração pública na cidade. Não aceitamos esse descaso para com o centro da cidade, que anda ultimamente maltratado e totalmente abandonado. Vamos cuidar da cidade prefeito! Mesmo com as dificuldades financeiras, tem que dar conta do recado aos seus eleitores e a todos munícipes, porque foi para isso que o senhor foi eleito.
ADERALDO INÁCIO RIBEIRO (contabilista aposentado) – Londrina

Desobediência anárquica
No jargão jurídico, decisões judiciais não se discutem, cumprem-se. Essa decisão parece ter alcance para simples mortais, não atingindo os endeusados partidos e políticos. Recentemente, declarações da senadora Gleisi Hoffmann, presidente do PT, deixa a nação estupefata, incitando e insuflando seguidores do condenado Lula a uma resistência de política bolivariana e até a derramamento de sangue em todos os recantos do Brasil contra o Judiciário e suas decisões. Esquece Gleisi que é senadora da República Federativa do Brasil e não somente do PT e seus seguidores. O grau de responsabilidade e ética de uma liderança política está em respeito às instituições organizadas do país (Executivo, Legislativo, Judiciário e o próprio povo). Com isso, o PT mostra o caminho da desobediência anárquica, desde que Dilma foi cassada, não aceita o sistema democrático e decisões judiciais e cria uma oposição contra todos, voltado ao interesse próprio de perpetuação do poder. O grande responsável pelos atos de desobediência civil, segundo o Ministério Público Federal e o juiz Sérgio Moro, é sem dúvida, o chefe e líder é Lula. A Justiça está vivendo um momento único e pode reparar a correção de um crime bárbaro de mega desvios e apropriações de verbas públicas, tráfico de influências, enriquecimento ilícito e outros delitos graves com o julgamento do dia 24/01 no TRF-4 em Porto Alegre.
YOCHIHARU OUTUKI (engenheiro agrônomo) - Itambaracá

Janeiro Branco
Feliz ideia o Janeiro Branco, mês para cuidar da saúde mental. Tão importante quanto o Outubro Rosa ou outros meses motivadores. O transtorno mental, ao contrário do câncer, às vezes fica oculto porque há constrangimento das famílias em divulgar e o preconceito pesa nessa decisão. Quem tem casos desse transtorno na família aceita e trata como se deve, entende o drama dos doentes com as imensas dificuldades demandadas para o tratamento. Outras doenças, quiçá até crimes, podem mesmo ser evitados quando se cuida adequadamente da saúde mental, porque a cabeça comanda o corpo. Os Caps ajudam significativamente, porém, sofrem com a falta crônica de estrutura. São necessários mais Caps principalmente para viabilizar atendimentos mais profundos e significativos. Apelo ao prefeito e médico Marcelo Belinati: olhe com carinho para os Caps de Londrina.
IZAIAS MORAES (contabilista) - Londrina

Alfinetada do dr. Gregori
Concordo plenamente com a alfinetada do sr. Francisco Gregori (Social/Oswaldo Militão, 19/01) ao prefeito Marcelo Belinati. Foi de um mau gosto tremendo a agulhada que o alcaide londrinense aplicou - de uma só tacada - nos munícipes. É correto atualizar o valor venal dos imóveis. Mas aos poucos, para não pesar no bolso dos assalariados e aposentados que têm reajuste salarial em torno de 2%. Também estou revoltado com tamanha falta de sensibilidade, como bem apontou o nosso prestigiado cardiologista.
MÁRIO MENEZES (técnico postal aposentado) – Londrina

Requião e suas lorotas
O senador Roberto Requião disse à FOLHA que quer ser candidato a governador para resgatar a moralidade e a boa administração. Essas palavras são tão verdadeiras quanto aquelas ditas quase que aos berros em campanha anterior: "Ou o pedágio abaixa ou acaba!"
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé

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