Congelamento da alíquota do ITPU
Houve uma época em que o aluguel de um imóvel, equivalia a 1% do seu valor de mercado. Face ao cenário econômico recessivo e às políticas governamentais e outros fatores envolvidos, via de regra, se adota algo em torno de 0,6% a 0,5% do valor do imóvel. Em decorrência do valor adotado para o IPTU de 2018 da alíquota de 0,6% (que deveria ser congelado) do valor venal do imóvel (que já foi corrigido em relação a 2017), se o mesmo for locado, equivaleria a um mês de aluguel durante o ano. Assim, é irreal, injusta e perversa a progressão prevista no projeto do valor do IPTU, que busca atingir 1% do valor venal do imóvel em 2024, quando necessitaria praticamente de 2 meses de aluguel para cobrir tal previsão. Quanto ao aumento desproporcional da taxa de coleta de lixo, não podemos concordar com o mesmo. Tomando como exemplo, a rua onde moro (Caracas – Bairro Santa Rosa), o caminhão de lixo que passava 3 vezes por semana, passou este ano para 6. Por certo, não foi a pedido de nosso prédio à CMTU, mas talvez pelo fato que novos edifícios foram surgindo no bairro, aumentando obviamente o lixo coletado na rua, mas não por edifício existente.
Por oportuno, temos observado, por alguma deficiência de fabricação ou manutenção, o derramamento de chorume pelos caminhões de lixo, o que além do mau cheiro na rua, pode ser considerado crime ambiental, pois com a limpeza das calçadas e a chuva, acaba levando tais contaminantes, via galerias de águas pluviais ao Igapó e ao lençol freático.
MÁRIO JORGE TAVARES (administrador) - Londrina

'Gol de Pelé'
A frase do "rei do futebol" Pelé, continua viva. Acabou de marcar um golaço (mesmo tendo abandonado o futebol). Em Londrina, por não saber votar, elegeram inimigos do povo! Agora, percebemos o fiasco e o massacre ao povo. Como seria a reação deles, caso o povo organizado (milhares) visitassem seus gabinetes e a prefeitura? Pena que teremos que suportá-los até o final do mandato. Burrice não gera cassação, entretanto, seria oportuno. Preparem os currículos: estarão desempregados nas eleições. Morreremos sem ver tudo. Qualquer político, o mais medíocre que seja, quer ser amigo do povo. Será que mudou ou não tem opinião, independência, voz? Então, será a legislatura mais fraca na história da nossa cidade!
MOISÉS DOS SANTOS (entregador de gás) – Londrina

Requião, de novo?
É muita cara de pau o senador Roberto Requião (MDB) afirmar que deseja ser candidato a governador para " resgatar a moralidade e boa administração" (Política, 18/01). O que esperar de um admirador do PT, que enterrou o país, e das ditaduras de Cuba e Venezuela? Nada!
MÁRIO MENEZES (técnico postal aposentado) – Londrina

Menos Brasília, mais aos municípios
Como é difícil ser gestor de uma cidade como Londrina. Protesto do IPTU; protesto dos estudantes; protesto dos índios. Logo, dos professores e outras categorias também. Claro que a culpa não é da atual administração municipal. Cada protesto, que é legítimo o direito de fazer, tem suas pautas diferentes, às vezes até federais, como dos índios. Mas tudo desaba nos gestores do município. O que quero mesmo dizer é: Brasília arrecada quase todo imposto gerado nos municípios, e a má gestão disso tudo, é o município que absorve. Precisamos mudar e tirar Brasília do nosso bolso: menos Brasília, mais aos municípios.
RONAN WIELEWSKI BOTELHO (advogado) – Londrina

Ainda sobre a Banda Municipal
Em carta enviada a este jornal (Opinião, 17/01 ), mostrei minha revolta, não com a Banda Municipal de Londrina, mas com esta "banda podre de políticos, o prefeito e vereadores (exceto cinco), que findado o mandato devem ser banidos da vida dos londrinenses. A exclusão da palavra "podre" trouxe uma interpretação equivocada. Com certeza, vida longa para a Banda Municipal de Londrina!
MARIA APARECIDA VIVAN DE CARVALHO (professora) – Londrina

Correção
Diferentemente do informado na chamada de capa da edição de quinta-feira (18/01), a foto é do equipamento Moto Snap Gamepad, que transforma os celulares da linha MotoZ (Lenovo/Motorola) em console portátil.

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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