OPINIÃO DO LEITOR
Obrigada, monsenhor Bernard Gafá!
Confesso que compreendo a necessidade de transferência de religiosos, acredito que padres não são "nossos" e entendo que quando se tem algo precioso a oferecer, esse dom deve ser levado adiante, onde é necessário. Como diz o Código de Direito Canônico: "Se o bem das almas ou a necessidade ou utilidade da Igreja exigir que o pároco seja transferido de sua paróquia, que dirige com eficiência, para outra ou outro ofício, o bispo proponha-lhe por escrito e o aconselhe a consentir, por amor a Deus, e às almas" (Cân. 1748). Por isso, se, de fato for necessário que monsenhor Bernard Gafá leve seus dons a outras paróquias, que Deus assim permita que nossa saudade antecipada e incompreensão se aquietem, mas, que o respeito por esse padre que fez de uma Catedral, muitas vezes lembrada apenas por ponto turístico, uma verdadeira Igreja em comunidade também prevaleçam. Independentemente do desfecho, agradeço a esse pároco por partilhar sua vida conosco, por nos trazer Jesus de forma tão simples em seu cotidiano, no seu agir e, por fim, desejo apenas que Deus o abençoe e que Nossa Senhora o acompanhe, independentemente do destino traçado.
JESSICA FERNANDA PEREIRA ZAMAIA (engenheira eletricista) Londrina
Privatizações urgentes
Muito se fala e se discute no momento, com relação à privatização desse ou daquele órgão estatal. Uma das soluções deste País, sem sombra de dúvidas, é privatizar todas as empresas controladas pelo governo federal, sem exceções. Todas, afinal empresa estatal só serve como cabide de emprego. Se a Petrobras, BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica e tantas outras por aí não fossem do governo e sim da iniciativa Privada, o País não estaria na situação econômica que se encontra. Que privatize tudo e quem assumir que banque com os salários e gerem impostos ao país. Ao invés de tanta roubalheira e gastos públicos desnecessários, o governo arrecadaria muito mais em impostos. Assim como fizeram com a Vale e as teles. Vamos acabar com essa vergonha que só traz prejuízo aos cofres públicos.
ANTÔNIO CARLOS PESCADOR (autônomo) - Londrina
Quanto mais conheço os homens, mais gosto dos animais
Mais uma imperdoável do ser humano com relação aos animais. Na Índia, um "cidadão" pegou uma elefanta, que tinha parido há alguns dias, para mover a moenda e o elefantinho, querendo ficar próximo à mãe, atrapalhava o serviço. Esse mesmo cidadão, para resolver a questão, amarrou a cria ao lado da moenda e a elefanta, querendo dar atenção materna, se recusava ou retardava a realização do serviço. Diante disso, o "tal cidadão", cegou os olhos da elefanta com uma lança de ponta aguda para que ela não conseguisse ver a sua cria. Por essa e tantas que vemos com a irracionalidade do ser humano, Deus deveria ter criado só a serpente.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) Cambé
Direito de defesa!
Em decorrência do artigo "Reflexões sobre o Brasil pós-golpe!" (Espaço Aberto, 06/12), que critica a conjuntura política do Brasil, enfatizando o governo golpista de Michel Temer, fui verbalmente atacado pelo senhor Ludinei Picelli (Opinião, 13/12) por simplesmente ter expressado minha opinião. Qual o motivo de tanto ódio em relação a uma mera opinião? Jamais imaginei que um simples texto sobre o presidente Temer provocasse tamanho incômodo a ponto de levá-lo a utilizar seu tempo a pesquisar sobre minha vida na internet apenas para tentar desqualificar o que escrevo. Não sei se fico triste por suas palavras ofensivas ou agradecido por seu empenho pessoal em se interessar a meu respeito. Após esse ocorrido, irei escrever mais sobre o tema tendo a certeza de que certamente lera meus textos. Sinto me honrado! Apesar de nossas discordâncias ideológicas, meu respeito por suas convicções políticas é tão grande que até mesmo desejaria que nada abale sua simpatia pelo governo Temer. Faço votos que nem mesmo os exames urológicos pelos quais o presidente passa, irão entristecê-lo, muito menos o espírito condenado do nordestino "nine fingers" e sua ameaça comuna nas eleições de 2018. Finalizo pedindo humildemente apenas que tenha mais respeito. Deixo claro que é livre para discordar do que escrevo, porém, por uma questão de educação, é obrigado a medir suas palavras para não ofender quem diverge de sua opinião.
RENAN BOLDORI SANTOS (bacharel em Geografia) Londrina
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