Tomei minha decisão!
Estou quase pronto para tornar-me político. Tenho diploma de curso superior e uma boa escola política, através das redes sociais e mídia em geral que só falam disto... A matéria mais difícil tal como o é a redação para o vestibular é a "pilantropia". Aquela em que nossos doutos parlamentares dominam como ninguém. Terei que abandonar todos os preceitos morais que me foram ensinados e, de alguma forma, superar este maldito vício de ser honesto. Devo riscar de meu vocábulo, palavras inócuas como "justiça", "moral" e o totalmente inconveniente "bons costumes". Caso contrário, serei um político ridículo e sem nenhuma visibilidade. Tenho acompanhado casos como, Lula, Collor e, agora, Bolsonaro, em que a velha tática de chutar cachorro morto, dizer-se paladino da justiça e outros chavões do mundo político funcionam muito bem neste país, que busca heróis e ídolos na latrina. Afinal, estamos no país que já elegeu o Cacareco, o Tiririca e, por reiteradas vezes, reelegeu notórios ladrões como Sérgio Cabral, Lula, Collor, Maluf, Renan, Sarney e assim vai... Estes senhores citados é o perfil ideal do eleitor brasileiro, do cidadão que sente grande frenesi diante de "autoridades", seja da laia que for. Aliás, são eles todos, considerados doutores ante a plebe ignara, deuses que em ano eleitoral descem do Olimpo para saciar o povo com pão e mortadela ungidos! Terei foro privilegiado, o meu diploma e o Gilmar Mendes para garantir-me incólume sempre que meter a mão no jarro! Trabalhar honestamente para quê?
RUBENS ROMAGNOLLI (engenheiro civil) - Londrina

Parabéns, Londrina!
Londrina, para mim você é a minha cidade natal e a minha pátria amada. Apesar de não ter tido a bênção de ter nascido nesta cidade, vim para cá com 3 anos de idade e tenho o prazer de desfrutar da nossa querida Londrina há 63 anos. Aqui estudei, casei e formei a minha família. Aqui tenho os meus amigos. Em nosso país, existem cidades maravilhosas para se viver, mas Londrina é especial. Aqui temos o nosso Tubarão, do eterno presidente Carlos Alberto Franchello, do ídolo Carlos Alberto Garcia, do diretor e torcedor Jurandir Barrozo, do Fiori Luiz torcedor número um do LEC, a Rádio Paiquerê, a Folha de Londrina. Enfim, em Londrina temos tudo o que precisamos para ser felizes ao lado das nossas famílias e amigos. Obrigado, Londrina!
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina

Londrina 83 anos
Chegamos a Londrina em 1955. Vendemos o sítio destruído pela geada e encontramos uma cidade hospitaleira em formação. Povo trabalhador, sem preconceito e progressista que a transformou nessa linda metrópole! Parabéns! Ao longo dos anos, surgiram a VUL (Viação Urbana Londrinense/Grande Londrina), o LEC, o Lago Igapó, a Concha Acústica, a avenida 10 de dezembro, o Estádio do Café. Londrina continua crescendo e admirada. A Folha de Londrina, um patrimônio sério, competente com jornalistas inúmeras vezes premiados e referência nacional. Somos top na educação, cultura, esportes e festivais. Porém, nem tudo é festa, elogios e comemorações. Existem os problemas, inseguranças, péssima representação política, aumento do IPTU, saúde precária, buracos, animais soltos. Lastimável! Precisamos urgente de renovação política ou teremos um novo museu!
MOISÉS DOS SANTOS (entregador de gás) – Londrina

Punição ou conscientização?
O bullying é algo muito sério que, infelizmente, acontece com muitas pessoas em vários lugares. Fico dividida em relação à punição ou conscientização, pois algumas pessoas se conscientizam facilmente, porém, há pessoas que apenas a conversa não basta. Há quem concorde que apenas a conscientização já está de bom tamanho, mas se realmente estivesse não haveria mais bullying, pois em muitos lugares há pessoas ajudando com a conscientização, inclusive em escolas, onde aprendemos desde pequenos e mesmo assim é o lugar mais frequente do bullying. Acho que deve sim ser feita a conscientização sobre o assunto, mas em alguns casos a punição seria o melhor a se fazer. Tais punições poderiam ser: multas, pagar cestas básicas, fazer trabalhos comunitários, entre outros. A punição pode não acabar totalmente com o bullying, no entanto, ajudará na diminuição.
JÚLIA VITÓRIA BANAKI (estudante) - Cornélio Procópio

Punir ou conscientizar?
Hoje muitas pessoas discutem sobre o tema bullying, "punir ou conscientizar?" Acredito que "educação vem de berço", sabemos que é falta de respeito perturbar a vida dos outros. Entendo que devemos conscientizar e evitar ao máximo que isso aconteça, mas chegamos em um ponto que apenas a conscientização não está adiantando. Acho que não devemos parar com a conscientização, mas também punições mais severas, dentro da lei, poderiam ajudar, como: prestar serviço comunitário, pagar multa, cesta básica, suspensão. Assim, os adolescentes não se sentiriam livres para fazer o mal que quiserem.
KAILANY MICHELY SILVA ALMEIDA (estudante) - Cornélio Procópio

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