A humanização dos animais
Em um tempo passado, as "estrelas" dos circos eram os animais, cachorros amestrados, lindos cavalos, elefantes, leões e seus corajosos domadores, entre outros. Houve intensas campanhas por parte dos órgãos de proteção de animais que acabaram com tais espetáculos e, consequentemente, a grande maioria dos circos. Mas hoje temos um cenário que nos intriga, ou seja, a humanização dos animais. Pessoas que exageram. Vemos animais vestidos de seres humanos, calças, vestidos, sapatinhos, com lacinhos, brincos, entre outros adereços humanos. Vi dia atrás, uma senhora carregando o pequeno animal num carrinho de bebê. Estão transformando animais carnívoros em veganos ou tratando-os com "comidas naturais". Será que os animaizinhos gostam disso? Será que animais gostam de passear nos shoppings? Aliás, dia desses um senhor com uma calça social preta estava sentado em um sofá num shopping e, ao levantar, sua calça estava repleta de pelos de animal. Onde está o respeito com o próximo? Outra senhora queria entrar num supermercado com seu animalzinho bastante crescido. Foi impedida pelo segurança e, após um pequeno entrevero, foi embora maldizendo o estabelecimento. Ela tinha razão? Gosto muito de animais, acima de tudo tenho carinho com os mesmos, por isso acho que eles devem ser tratados como animais. Há um paradoxo, pois vejo constantemente pessoas que dizem gostar mais de animais do que de seres humanos, mas insistem em transformar seus animais em seres humanos.
SIDNEY GIROTTO (medico) – Londrina

Eu só queria entender
Sempre ouvi e assisti (embora chateado) que o horário político era grátis. Pesquisei na internet e descobri que de graça não tem nada. As empresas que publicam o tal "horário político" abatem do imposto de renda o equivalente ao tempo despendido com a publicação. Então, por que horário político gratuito? Ao final, quem acaba arcando com essa despesa é o coitado do contribuinte, tão desrespeitado neste País. Ora, se partido político é particular, então por que receber verbas ditas públicas? Qual o motivo de abrirem um fundo exorbitante para fins de campanhas políticas? Que sejam cortados todas estas verbas e remanejadas para a saúde, educação e segurança que anda carentíssima de tudo. Querem aparecer na TV? Metam a mão no bolso e paguem. Já está mais que na hora do tal político brasileiro aprender a fazer as coisas com mais moderação e mais baratas. Chega de megalomania com o dinheiro dos outros. Alguém me ajuda a entender?
EDMILSON ASSIS DOS REIS (autônomo) - Londrina

Você é vizinho de boteco?
Sabemos que uma lei como o prefeito Marcelo Belinatti pretende aprovar não é muito fácil, mas no meu entender é muito importante. Sabemos que ser vizinho de um bar ou de um posto de gasolina onde se vende cachaça/cerveja no lugar de gasolina não é fácil, pois bêbado incomoda em qualquer lugar, até mesmo dentro de sua própria casa (só quem tem um é que sabe). Gostaria de saber se posto de gasolina pode vender cachaça e cerveja? Esse projeto quer também multar o fanfarrão em 500 "mangos" e o "botequeiro" em mil não é fácil, mas é importante pois quem faz bagunça em boteco também faz em casa incomodando sua própria família. Isso é importante, pois sabemos que a parte mais sensível do homem é o bolso. A multa traz um efeito duradouro na vida do cachaceiro.
SEBASTIÃO CALMEZINI (comerciante) – Londrina

Folha 69 anos
Nós, da Sovida Associação Voluntários da Vida, mantenedora dos serviços CVV em Londrina, não poderíamos deixar de expressar, em nome de todos voluntários, a importância da Folha de Londrina que há 37 anos tem disponibilizado espaços para divulgação das campanhas voltadas à ajuda pisco social (prevenção ao suicídio), matérias de relevância, através de informações diversas e pontuais. Que esses 69 anos, que são referências para a longevidade evidente, seja uma constante de prosperidade e evolução. Estes são nossos votos e extensivo a todos colaboradores desta grande empresa jornalística.
APARECIDO CARLOS BELTRAMI (presidente da Sovida/CVV) – Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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