Cassação de Boca Aberta
Não sou eleitor dele porém, não posso me conter com o que fizeram com um vereador que foi o mais votado pela população de Londrina. Onde está a falta de decoro em se fazer vaquinha na internet a fim de pagar uma multa? Isso já foi feito por candidatos do PT, PMDB, etc., inclusive o Lula. Vaquinha é uma contribuição e doa quem quer e pode doar. Essa tal de Comissão Processante, a meu ver estava totalmente viciada. O relator era desafeto do réu e como tal não poderia em nome da ética ter atuado. Isso está me cheirando a mais um ajeitadinho para trazer para a Câmara mais um que o povo alijou. O prefeito através de um ajeitadinho trouxe um vereador que os eleitores tinham alijado, agora, manobram mais uma vez e trazem outro. Gente, eleitor merece respeito e política não é profissão e o interessante dela é a troca, a mudança, gente nova, ideias novas e por aí vai. Pensando bem, deve vir mais aumento de impostos por aí para satisfazer toda a camarilha que constava como coadjuvante da candidatura do atual prefeito, e haja imposto para saciar a sede e matar a fome deles. Coitados de nós contribuintes! Um conselho: não estiquem demasiado a corda, ela pode quebrar.
EDMÍLSON REIS (autônomo) – Londrina

Empenho só contra Boca Aberta
Já se passam dez meses do início dessa legislatura, e a única coisa expressiva que os nossos ilustríssimos vereadores se empenharam foi o processo de cassação do mandato do Boca Aberta! Será que a quebra de decoro da qual o vereador é acusado é mais importante do que o caos que está a saúde do município? Mais importante até mesmo que o aumento do IPTU que, com o país em recessão econômica e vários escândalos políticos, é um duro golpe aos contribuintes? Creio que se essa Comissão Processante tivesse o mesmo empenho e agilidade para julgar Emerson Petriv, inclusive com sessão em pleno domingo, para apresentar ao menos um projeto para as áreas deficitárias do município estaríamos contentes com nossos vereadores.
VAGNER LOPES DA SILVA (estudante de Direito) - Londrina

Coleta de lixo
Quero agradecer à administração municipal, principalmente à diretoria da CMTU, pelas providências para a realização da coleta de lixo domiciliar no feriado do dia 12 de outubro. A população londrinense, que nos dias anteriores sofreu com a paralisação dos coletores, foi recompensada desta vez. Devemos reclamar, se necessário, mas também enaltecer as boas ações quando ocorrem.
TAQUECO KANEKO SASAKI (aposentada) – Londrina

Sacrifício de árvores
Indignação e tristeza, sentimentos que foram partilhados por mim e outras pessoas, no dia 12 de outubro, no estacionamento do Super Muffato da Av. Duque de Caxias. Debaixo de um sol de quase 40 graus, alguns trabalhadores, armados de motosserras, botavam abaixo as árvores que ficam no referido estacionamento. Árvores que produziam sombra e frescor. Fui informada que a derrubada é para dar lugar a estacionamento coberto. A área já dispõe de ampla área coberta. Era mesmo necessário sacrificar as árvores? Não bastou ao Grupo Muffato pôr fim às árvores que ficavam no entorno da nova loja na JK? Para o serviço ser completo, faltavam as da loja da Duque de Caxias. Sem dúvida, um belo presente para a criança em Londrina. Muito triste, a ganância que move o ser humano.
FRANCISCA M. FRANÇA (aposentada) – Londrina

Indignação
No dia 12 de outubro, passei pelo Super Muffato da Av. Duque de Caxias e fiquei indignado com o que vi: as árvores do pátio do estacionamento estavam sendo abatidas de uma só vez. Assim como eu, muitas pessoas ficaram revoltadas com esse abate, pois as árvores estavam floridas e embelezavam o local, além de deixá-lo mais arejado, proporcionando sombras. Uma senhora que estava ao meu lado chegou até a chorar ao ver as motosserras cortando aquelas árvores sem piedade. A justificativa que nos deram era de que aquelas árvores estariam atrapalhando a construção de uma cobertura para carros. Essa empresa já havia feito o mesmo onde ficava o antigo Mercadorama. Nenhuma pesquisa foi feita entre os clientes para ver se eles aprovariam tal medida. Em um mundo em que lutamos pela preservação da natureza, podemos constatar que essa empresa está andando na contramão. Embora ela afirme que tenha doado milhares de mudas para replantio, local que ninguém sabe onde serão plantadas, infelizmente, naquele estacionamento elas não vão estar mais lá. Algumas árvores ainda restaram no local, e eu faço um apelo para que sejam preservadas. Eu sei que o lucro é necessário, mas vamos lutar para que a natureza não seja destruída em nome dele. Nossa cidade cresce cada dia mais na construção civil, tornando-a muito abafada. Por que não plantamos também árvores na mesma proporção em que os prédios aumentam? Se fizermos assim e não permitirmos abates desnecessários, teremos uma cidade mais bela e com qualidade de vida melhor.
GUILHERME RIBEIRO SOARES FILHO (servidor público aposentado) – Londrina

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